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'O Assassino do TikTok': o que é verdade na nova série da Netflix

Trama explora os perigos das redes sociais e levanta questionamentos sobre segurança online.

Produção usa elementos do true crime e provoca debate nas redes sociais. (Imagem gerada por IA/Freepik)

Produção usa elementos do true crime e provoca debate nas redes sociais. (Imagem gerada por IA/Freepik)

Ana Dayse
Ana Dayse

Colaboradora

Publicado em 21 de março de 2026 às 13h58.

A nova série da Netflix, O Assassino do TikTok, acompanha a história de um jovem que usa as redes sociais — especialmente o TikTok — para atrair vítimas, manipular narrativas e construir uma persona digital que esconde crimes violentos. A produção mistura suspense policial com crítica ao universo dos influenciadores e à cultura da superexposição online.

O título sugestivo e o fato de retratar situações que seriam comuns na vida real acendeu a dúvida no público: afinal, a produção é baseada em fatos reais ou trata-se de ficção inspirada em crimes da vida real?

A série é baseada em um caso real?

Até o momento, a Netflix não confirmou que a história de O Assassino do TikTok retrata um caso específico. A série é apresentada como uma obra de ficção, mas incorpora elementos inspirados em crimes contemporâneos envolvendo redes sociais, catfishing e manipulação digital.

Ainda, o roteiro dialoga com casos reais ocorridos nos Estados Unidos e na Europa, nos quais plataformas digitais foram usadas para enganar vítimas. No entanto, não há confirmação oficial de que o enredo reproduza um episódio criminal específico.

O que é fato e o que é dramatização?

Em relação ao que é real ou não em O Assassino do TikTok:

  • Uso de redes sociais para atrair vítimas: casos semelhantes já foram registrados por autoridades em diferentes países;
  • Construção de identidade falsa online: é estratégia comum em crimes digitais e golpes virtuais. Um caso famoso é o do Shimon Hayut, mundialmente conhecido como o 'Golpista do Tinder';
  • Sequência de assassinatos ligados a uma única conta viral: não há casos confirmados, o que dá a entender que é um elemento dramatizado para intensificar a narrativa.

Além disso, a série utiliza recursos típicos do true crime — como linguagem documental e reconstruções detalhadas — o que pode reforçar a percepção de que os fatos ocorreram exatamente como mostrados.

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