Máscara oficial da CBF vira item esportivo mais vendido pela Amazon

Presente em mais de 1.200 lojas físicas e no e-commerce, a empresa gaúcha que fabrica as máscaras Fiber comercializou 3 milhões de unidades no último ano

Máscara oficial das seleções masculina e feminina da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a Fiber, que se apresenta como uma das maiores fabricantes de máscaras esportivas do país, anunciou ter comercializado 3 milhões de unidades de seu produto nos últimos 12 meses.

Com isso, as máscaras pensadas para o uso durante atividades físicas de impacto moderado e intenso se tornaram o item esportivo mais vendido pela Amazon Brasil do segundo semestre de 2020 e primeiro trimestre de 2021.

A marca gaúcha do grupo Top Shoes Brasil, especializado na produção de solados de EVA para a indústria de calçados, foi criada em abril de 2020 e, desde então, passou a produzir uma média de 8.000 máscaras por dia. “Quando a pandemia chegou, nosso objetivo era usar nossa tecnologia para desenvolver uma máscara que não apenas protegesse os usuários e aqueles ao seu redor, mas que não atrapalhasse seu desempenho nas atividades esportivas. Desde então, tivemos de triplicar nossa produção”, conta Gustavo Dal Pizzol, CEO da Top Shoes Brasil e designer das máscaras Fiber. 

Nas versões "Sport", "Sport Pro" e "Air", as máscaras com selo da Anvisa são produzidas com dupla camada de tecido (sem costuras) e contam com filtro descartável de papel que garante a mesma eficiência dos modelos N95, de acordo com o fabricante.

Nesta semana, o produto foi homologado pela CBF como a máscara oficial das seleções masculina e feminina de futebol, e agora busca aprovação para ser comercializada nos Estados Unidos. 

Além do e-commerce, o produto pode ser encontrado em pouco mais de 1.200 pontos físicos, principalmente lojas de artigos esportivos.

No site da marca, cada máscara, que acompanha 30 filtros, pode ser comprada por 89,90 reais (ou 79,00 reais sem os filtros). Somente no ano passado, entre os meses de abril e dezembro, a Fiber faturou 20,9 milhões de reais.

O desafio atual da marca é manter o mesmo entusiasmo que as máscaras esportivas trouxeram, mas com outros produtos. De acordo com o CEO da Fiber, além das máscaras e seus utensílios, a marca vem se preparando para o lançamento de novos itens num futuro sem pandemia: na lista, luvas, munhequeiras e tênis de corrida devem dar as caras.

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