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Bob Dylan manda seus críticos 'ao inferno'

Dylan assegura que a união 'de folk e jazz é rica e enriquecedora', e responde que quem o acusa de plágio por isso são 'covardes'


	Bob Dylan: As críticas e acusações ''são uma coisa antiga, uma longa tradição'', diz
 (Christopher Polk/Getty Images/AFP)

Bob Dylan: As críticas e acusações ''são uma coisa antiga, uma longa tradição'', diz (Christopher Polk/Getty Images/AFP)

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Da Redação

Publicado em 13 de setembro de 2012 às 21h14.

Nova York - O cantor americano Bob Dylan respondeu duramente a seus críticos na nova edição da revista ''Rolling Stone'', que será publicada na próxima sexta-feira, e na qual diz que os que o acusam de apropriar-se de letras de outros autores ''podem apodrecer no inferno''.

Em entrevista para a publicação, Dylan assegura que a união ''de folk e jazz é rica e enriquecedora'', e responde que quem o acusa de plágio por isso são ''covardes''.

''É certo para todos, menos para mim. Há regras diferentes para mim'', lamenta o músico, segundo trechos da entrevista divulgados nesta quinta-feira em seu site.

As críticas e acusações ''são uma coisa antiga, uma longa tradição'', acrescenta Dylan, que lembra que foi chamado de ''Judas'' por tocar uma guitarra elétrica.

As declarações coincidem com o lançamento do novo disco de Bob Dylan, ''Tempest'', o 35º do músico de 71 anos de idade e 50 de carreira.

Na entrevista ao escritor Mikal Gilmore, autor de livros sobre música, Dylan se mostrou ''como nunca fez antes'', segundo a revista.

O intérprete e compositor, nascido em 1941 e batizado como Robert Zimmermann, mudou seu nome legalmente para Bob Dylan em 1962, e se converteu do judaísmo ao catolicismo no final dos anos 1970.

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