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Americana R'Bonney Gabriel é coroada Miss Universo

A americana, descendente de filipinos, recebeu a coroa da rainha da beleza indiana Harnaaz Kaur Sandhu

Miss Estados Unidos R'Bonney Gabriel (ao centro), ganhadora da 71ª edição do concurso Miss Universo. (AFP/AFP)

Miss Estados Unidos R'Bonney Gabriel (ao centro), ganhadora da 71ª edição do concurso Miss Universo. (AFP/AFP)

A
AFP

15 de janeiro de 2023, 09h29

A americana R'Bonney Gabriel foi coroada neste sábado (14) como a mulher mais bonita do mundo, ladeada pela venezuelana Amanda Dudamel, em segundo lugar, no concurso Miss Universo realizado em Nova Orleans, berço do jazz no sul dos Estados Unidos.

A representante do Texas, R'Bonney Gabriel, tem 28 anos e é designer de moda sustentável.

Questionada sobre o que faria para mostrar que o Miss Universo empodera, a jovem respondeu que é importante investir nas mulheres e usar o talento para transformar porque "todos temos algo de especial".

A americana, descendente de filipinos, recebeu a coroa da rainha da beleza indiana Harnaaz Kaur Sandhu.

Até o último momento, a americana estava muito empatada com a venezuelana Amanda Dudamel.

"Sou estilista de profissão, mas como mulher sou uma estilista de sonhos", disse Amanda Dudamel, que se gaba "das pessoas maravilhosas" de seu país.

A segunda finalista foi a representante da República Dominicana, Andreína Martínez, de 25 anos. Seu lema: "Seu passado não te define, sua coragem e determinação sim".

Antes de escolher as três finalistas, o júri fez uma pré-seleção entre as candidatas de mais de 80 países com um Top 16 que incluiu representantes da Colômbia, Espanha, Peru, Haiti, Portugal, Porto Rico, entre outros.

A empresa que organiza este concurso de beleza, que já foi propriedade do ex-presidente republicano dos Estados Unidos, Donald Trump, pertence a Anne Jakapong Jakrajutatip, uma empresária tailandesa transgênero que a comprou por US$ 20 milhões.

A empresária saudou este sábado uma “nova era” de empoderamento feminino porque a organização, disse, será gerida por mulheres para mulheres para exaltar o feminismo, a diversidade, a inclusão e a igualdade de gênero.

Minutos antes do anúncio do veredicto final, o presidente salvadorenho Nayib Bukele apareceu em um pequeno vídeo anunciando que seu país sediará a próxima edição do concurso no final deste ano.

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