(Nuthawut Somsuk/Getty Images)
Redatora
Publicado em 11 de fevereiro de 2026 às 13h43.
O burnout nem sempre vem acompanhado de afastamento, queda brusca de desempenho ou colapso visível. Existe o chamado “burnout de alto desempenho” — quando o profissional continua produtivo, cumpre metas e lidera projetos, mas já opera sob desgaste cognitivo e emocional.
Se você está crescendo na carreira, assumindo mais responsabilidades e mantendo um ritmo intenso, este checklist pode ajudar a identificar sinais precoces de alerta. As informações foram retiradas de Inc.
Você entrega resultados, cumpre prazos e mantém responsabilidades. Mas percebe lapsos de memória, dificuldade de concentração ou sensação constante de “névoa mental”.
Coisas simples começam a escapar, como tarefas que você sempre lembrava, detalhes de reuniões, compromissos rotineiros. Nada grave isoladamente — mas recorrente.
O dia termina e, apesar de ter produzido, a sensação é de esgotamento cognitivo. O cérebro parece saturado.
Ansiedade econômica, mudanças tecnológicas, exigências crescentes e ritmo acelerado criam um ambiente constante de tensão. Você continua funcionando — mas sob estresse contínuo.
Decidir exige mais esforço do que antes. Resolver problemas complexos parece mais pesado. A criatividade diminui.
A agenda lotada virou padrão. O excesso de demandas deixou de ser exceção e passou a ser rotina.
O ponto central do burnout de alto desempenho é esse: não há crise dramática. Você continua funcionando. E é exatamente isso que torna o risco invisível.
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