(Leylaynr/iStockphoto)
Redatora
Publicado em 16 de janeiro de 2026 às 15h54.
A inteligência artificial deixou de ser promessa para se tornar parte do cotidiano corporativo. Mas em 2026, não é qualquer IA que define vantagem competitiva.
Enquanto muitas empresas ainda veem a tecnologia como um suporte operacional, outras já descobriram a próxima fronteira da transformação, a IA agentiva.
Segundo Dean Guida, CEO da Infragistics, a IA agentiva é um divisor de águas comparável à internet nos anos 1990 ou ao iPhone nos anos 2000. Ela atua de forma autônoma, antecipa decisões e transforma equipes em máquinas de execução. Mas essa revolução está sendo mal compreendida, e mal aplicada.
A seguir, veja os erros mais comuns que estão sabotando o uso da IA agentiva nas empresas, e o que você, como profissional protagonista, precisa entender para liderar com visão de futuro. As informações foram retiradas da matéria publicada na Entrepreneur.
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Muitas empresas ainda acham que IA agentiva é apenas uma versão mais avançada do ChatGPT, mas não. Enquanto chatbots executam comandos e automatizam tarefas reativas, a IA agentiva toma decisões, aprende com dados e recomenda ações estratégicas.
Ela não apenas escreve um e-mail ou resume um relatório, ela analisa contextos, identifica padrões de desempenho e propõe melhorias reais. Tratar essa tecnologia como um chatbot limita completamente seu potencial de impacto.
Outro erro comum é alimentar a IA com dados em massa, sem critério. Na prática, IA ruim é resultado de dados ruins. Dados espalhados, não estruturados ou desatualizados geram análises imprecisas e decisões equivocadas.
Empresas que usam IA agentiva de forma estratégica sabem que dados precisam ser limpos, integrados e constantemente atualizados. Só assim é possível gerar insights confiáveis para tomada de decisão em alta velocidade.
Mesmo com toda sua autonomia, a IA agentiva ainda precisa de humanos no comando. Profissionais que entendem o funcionamento da ferramenta, que ajustam parâmetros e reavaliam as respostas geradas. Sem essa supervisão, a IA pode seguir caminhos desalinhados aos objetivos do negócio.
A IA não substitui julgamento humano, ela amplifica a capacidade humana de pensar e decidir com mais clareza, baseando-se em dados e contexto.
O erro mais perigoso talvez seja achar que a IA agentiva “ainda não chegou” ou “não é para agora”. A verdade é que ela já está sendo usada por empresas líderes para otimizar processos, antecipar tendências e acelerar resultados.
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Organizações que esperarem “a hora certa” para adotar a IA ativa já estão ficando para trás. A revolução não é mais uma previsão, é uma realidade em curso.
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