Carreira

O verdadeiro motivo de líderes de alto desempenho se sentem exaustos, mesmo fazendo tudo certo

Executivos estão perdendo produtividade tentando ser eficientes demais. O segredo pode estar nos rituais

 (foto/Thinkstock)

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Publicado em 9 de janeiro de 2026 às 15h09.

Gerenciar bem o tempo, cumprir metas, manter a disciplina, ser produtivo. Muitos líderes seguem esse roteiro com excelência — e, ainda assim, se sentem exaustos, desmotivados ou presos em um ciclo de alta entrega e baixa realização. 

A sensação de estar sempre no limite, mesmo com bons resultados, está se tornando comum entre executivos e profissionais de alta performance.

Para a autora e coach executiva Erin Coupe, o problema não está na execução em si, mas na forma como os líderes lidam com a própria energia. No livro I Can Fit That In, ela propõe uma mudança de mentalidade de sair do foco exclusivo em rotinas produtivas e adotar rituais com intenção, presença e significado. 

É essa transição que sustenta uma performance consistente — e saudável. As informações foram retiradas de Inc.

A eficiência não garante energia — e sem energia, não há performance

A maioria dos sistemas corporativos é desenhada para maximizar tempo e resultado. Mas, segundo Coupe, essa lógica ignora o que realmente alimenta o desempenho: a qualidade da energia com que o profissional se apresenta.

Executivos organizados, disciplinados e comprometidos ainda podem se sentir drenados porque vivem presos em rituais automáticos e sem conexão com propósito.

Esse esgotamento não é preguiça ou falta de competência. É um sinal de que alta performance baseada só em entrega e velocidade tem um prazo de validade.

A diferença entre rotina e ritual muda tudo

Rotinas são úteis, mas podem se tornar armadilhas quando o foco está apenas em “cumprir tarefas”.

Já os rituais são práticas que conectam a ação ao propósito. Eles não mudam o que é feito, mas como é feito, e com que intenção.

A busca por execução sustentável

O que Coupe propõe não é abandonar hábitos ou estrutura, mas sim reposicionar o centro de gravidade do desempenho: sair do automatismo e entrar em estado de presença. 

Isso significa usar pausas de forma intencional, repensar reuniões, ajustar horários com base no ritmo pessoal e buscar micro ações que regenerem a energia ao longo do dia.

No lugar de técnicas de produtividade, ela defende práticas que sustentem o corpo, a mente e o foco. Meditação, pausas para respiração, check-ins emocionais, caminhadas curtas entre tarefas, momentos de silêncio antes de decisões importantes — são ajustes simples que impactam diretamente a qualidade da execução.

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