Ferramentas de inteligência artificial podem aumentar a produtividade e otimizar a rotina de trabalho. (Khanchit Khirisutchalual/iStockphoto)
Redatora
Publicado em 13 de fevereiro de 2026 às 10h22.
Última atualização em 13 de fevereiro de 2026 às 10h23.
Produzir conteúdo hoje não é apenas uma estratégia de marketing, é um modelo de negócio. Para consultores, criadores, executivos independentes e especialistas que monetizam audiência, a consistência digital se tornou ativo estratégico.
É nesse cenário que a inteligência artificial deixou de ser tendência e passou a ser infraestrutura.
Esses três empreendedores mostram como estão utilizando IA para produzir mais, otimizar distribuição e converter audiência em receita — sem depender de grandes equipes. As informações foram retiradas de Business Insider.
Katrina Purcell, COO da Fractional e apresentadora do podcast Managed Chaos, publica semanalmente episódios e desdobra o conteúdo em LinkedIn, Substack e blog próprio. Segundo ela, manter esse volume seria inviável sem IA.
Purcell utiliza o Riverside para transcrições automáticas e o Gemini, do Google, para ideação e adaptação de conteúdo. Ela treinou um “Gem” personalizado com diretrizes de marca, orientações de SEO e tendências de conteúdo.
A partir das transcrições do podcast, solicita à ferramenta sugestões específicas, como:
Ela realiza ajustes finais, mas afirma que a IA faz “a maior parte do trabalho pesado”. Além disso, retroalimenta o sistema com dados de performance para aprimorar futuras recomendações.
Para Gigi Robinson, criadora de conteúdo e fundadora da consultoria Hosts of Influence, o gargalo nunca foi criatividade — mas execução.
Ela utiliza o ChatGPT para transformar notícias em roteiros de vídeo alinhados à sua voz de marca. O processo permite gravar conteúdos rapidamente, sem roteiros extensos.
Essa estratégia ajudou Robinson a ultrapassar 100 milhões de impressões no LinkedIn em 90 dias e gerou novas oportunidades comerciais.
Na edição, recorre a ferramentas como Adobe Premiere e OpusClip, ambas com recursos de IA para cortes iniciais. O refinamento continua humano, mas o tempo caiu drasticamente.
“Antes, a edição de vídeo podia levar horas. Com essas ferramentas, finalizar a edição geralmente leva menos de uma hora”, afirmou.
Esosa Edosomwan, especialista em nutrição e criadora das marcas The Raw Girl e UMI, encontrou na IA um aliado direto para conversão.
Após um conteúdo viral gerar volume massivo de mensagens diretas no Instagram, ela implementou o Manychat, ferramenta de automação com IA.
O chatbot responde seguidores com materiais gratuitos em troca de contato e mantém conversas alinhadas ao tom da marca.
Segundo ela, o sistema já foi tão natural que amigos acreditaram estar falando diretamente com ela. O resultado foi uma geração estruturada de leads e conversão mais eficiente.
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