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Inteligência emocional pode ser vantagem competitiva no trabalho, aponta estudo

Pesquisa da Universidade de Phoenix indica que IE influencia desempenho, liderança e crescimento profissional

 (Freepik)

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Publicado em 11 de fevereiro de 2026 às 11h45.

Em um ambiente de trabalho marcado por pressão constante, transformações tecnológicas e incertezas econômicas, habilidades técnicas continuam importantes — mas já não são suficientes. 

Segundo o novo relatório da Universidade de Phoenix, profissionais que desenvolvem inteligência emocional ainda na formação acadêmica podem entrar no mercado com uma vantagem mensurável.

Para quem está construindo carreira ou buscando crescimento mais rápido, o dado chama atenção: competências emocionais estão diretamente ligadas à performance, à adaptação e à capacidade de liderança. As informações foram retiradas de HR Dive.

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Comunicação, adaptação e colaboração como diferencial real

A pesquisa aponta que empregadores seguem valorizando conhecimento técnico e credenciais formais. No entanto, graduados que conseguem se comunicar com clareza, adaptar-se às mudanças e colaborar de forma eficaz em ambientes complexos podem se destacar.

De acordo com o relatório, a inteligência emocional molda a forma como uma pessoa reage ao feedback, lida com pressão, resolve conflitos e constrói relacionamentos. Em ambientes corporativos cada vez mais diversos e dinâmicos, essas capacidades se tornam decisivas.

Além disso, estudantes que fortalecem a inteligência emocional tendem a estar mais preparados para enfrentar ambiguidade, ajustar-se às expectativas organizacionais e atuar produtivamente em equipes diversas.

Ansiedade, IA e o novo ambiente emocional do trabalho

O estudo surge em um momento em que emoções e trabalho já não estão separados. Um relatório de 2024 da consultoria McLean & Co. apontou que funcionários têm levado suas preocupações — como ansiedade econômica e impacto da inteligência artificial — para dentro do ambiente corporativo.

Outro levantamento, do Boston Consulting Group, indicou que ambientes psicologicamente seguros estão associados a maior motivação, felicidade e retenção.

Nesse contexto, a inteligência emocional deixa de ser vista apenas como “habilidade interpessoal” e passa a ser entendida como estrutura de liderança.

Inteligência emocional como base para liderança

O relatório também destaca que habilidades como comunicação forte e adaptabilidade estão profundamente enraizadas na inteligência emocional e influenciam diretamente a eficácia profissional.

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Pessoas que desenvolvem essa habilidade ganham capacidade de regular o estresse, persistir diante de dificuldades, comunicar-se com clareza e tomar decisões ponderadas em situações complexas.

Isso significa que a inteligência emocional não impacta apenas o desempenho acadêmico, mas sustenta o crescimento profissional ao longo do tempo.

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