Geração Z: relatório da Oxford Economics aponta mercado travado, salários menores e mais jovens vivendo com os pais, cortando bilhões em gastos essenciais. (Getty Images/Reprodução)
Redatora
Publicado em 7 de janeiro de 2026 às 14h50.
Em 2026, as empresas precisam deixar de lado os modelos de gestão que não dialogam com a nova realidade. E essa realidade atende pelo nome de Geração Z.
Com maior presença no mercado de trabalho, os profissionais nascidos a partir do final da década de 1990 estão redefinindo o que significa trabalhar bem, e obrigando líderes a repensar seus processos, estratégias e rotinas de alta performance. As informações foram retiradas de Inc.
De acordo com Eleesha Martin, diretora da empresa americana de RH G&A Partners, a prioridade para os líderes em 2026 será apenas reter talentos. Depois de um ano marcado por incertezas, ela aposta que este será o ano da resiliência organizacional.
“Uma estratégia de retenção que priorize o desenvolvimento do colaborador será fundamental para se destacar”, diz Martin.
Isso significa criar caminhos claros de evolução dentro da empresa e mostrar ao profissional onde ele pode chegar, e como sua entrega impacta os objetivos maiores do negócio.
Mais do que salários altos ou cargos de prestígio, a Gen-Z quer trabalhar com propósito. É o que aponta Lucinda Pullinger, executiva da IWG, empresa especializada em modelos híbridos de trabalho.
Ela alerta que essa geração está ganhando força, tanto em volume quanto em influência, e vai moldar as práticas corporativas pelos próximos anos. Para acompanhar, empresas precisarão avaliar suas ofertas, e alinhar seus valores com os valores dos jovens profissionais.
Isso inclui romper com a rigidez de horários, abrir espaço para modelos híbridos e oferecer jornadas mais conectadas com bem-estar e desenvolvimento pessoal.
O cenário que se desenha exige mais do que uma gestão focada apenas em metas e resultados. Para executar com excelência e manter alta performance em ambientes com profissionais jovens, as lideranças precisarão desenvolver habilidades de comunicação, escuta ativa e adaptação contínua.
Como explica Pullinger, “as empresas que souberem reagir às prioridades da nova geração terão vantagem competitiva” — inclusive na atração de talentos num mercado onde os melhores profissionais têm múltiplas ofertas em mãos.
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