Carreira

Copie o que funciona, como ensina Jorge Paulo Lemann

Jorge Paulo Lemann sempre teve como base esse princípio. Aos 25 anos, quebrou sua primeira empresa. Aos 73, tornou-se o homem mais rico do Brasil


	Jorge Paulo Lemann, investidor e empresário: "Inovações são úteis, mas copiar é mais prático"
 (Marcos Guiao/Exame)

Jorge Paulo Lemann, investidor e empresário: "Inovações são úteis, mas copiar é mais prático" (Marcos Guiao/Exame)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de janeiro de 2014 às 18h20.

São Paulo  - Inovações que criam valor são úteis, mas copiar aquilo que funciona bem é muito mais prático. Essa é uma das máximas do investidor e empresário Jorge Paulo Lemann, de 74 anos.

"Nossa cultura é formada por coisas que observamos em outros lugares e copiamos. As grandes infuências foram o Goldman Sachs, de onde tiramos ideias para o programa de trainee e a cultura de ser dono, o Walmart, de onde aprendemos a ter efciência com custo baixo, e a GE de Jack Welch, que tinha controles rígidos nas operações", diz.

Além dos ícones do capitalismo, o tênis foi importante para a vida profssional de Jorge Paulo. "O tênis exige muita disciplina, bastante treino e tem competição. Adorava competir e, por isso, treinava muito. É um esporte em que às vezes você perde e tem de usar essa experiência para rever o que fez de errado e poder ganhar da próxima vez. No tênis, aprendi a analisar como ser melhor e a aproveitar oportunidades. Minha atitude nos negócios sempre foi treinar, ter foco e agarrar as oportunidades.”

Acompanhe tudo sobre:Personalidadesgestao-de-negociosInovaçãoEficiênciaJorge Paulo LemannBilionários brasileirosEstratégiaMetasEdição 187

Mais de Carreira

O que a geração Z aprendeu sobre o trabalho que millennials levaram anos para descobrir

Os cinco hábitos que aumentam sua inteligência emocional, segundo professor de psicologia de Harvard

Três lições deste CEO sobre liderança que todo gestor precisa dominar

Quatro perguntas que devem estar no checklist estratégico antes de qualquer reunião