Carreira

Boa noite, insônia

Irritação, cansaço, problemas de concentração e falta de memória são sintomas geralmente associados ao excesso de trabalho. Mas, antes de jogar a culpa no chefe, avalie se o problema não está no que você não consegue fazer à noite: dormir. De acordo com Sérgio Tufik, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo, […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 09h32.

Irritação, cansaço, problemas de concentração e falta de memória são sintomas geralmente associados ao excesso de trabalho. Mas, antes de jogar a culpa no chefe, avalie se o problema não está no que você não consegue fazer à noite: dormir. De acordo com Sérgio Tufik, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo, existem dois tipos de insônia. A mais comum é conhecida como transitória e pode afetar qualquer pessoa, de vez em quando, por motivos relacionados à ansiedade e à tensão. A insônia crônica, por sua vez, costuma durar meses, e esconde causas graves como a depressão. "Nos dois casos medicar-se por conta própria é uma péssima saída", alerta Tufik.

"A medicação mascara os sintomas, e, por tabela, as chances de recuperação diminuem."

Fique de olhos abertos para as recomendações dos médicos e tenha uma boa noite de sono:

  • Se possível, adote um horário fixo para dormir.
  • Mantenha o quarto escuro, arejado e silencioso.
  • Evite café, cigarro e bebidas alcoólicas perto da hora de ir para a cama -- eles são estimulantes. Trabalhar em casa e ler coisas relacionadas à empresa podem ter o mesmo efeito.
  • Se perder o sono, não fique rolando na cama. Levante-se e vá fazer alguma coisa relaxante até sentir vontade de dormir de novo.
  • Acompanhe tudo sobre:[]

    Mais de Carreira

    Por trás da desmotivação de funcionários nas empresas, está um problema que poucos líderes enxergam

    A amizade com IA é só um ‘band-aid’ para solidão e isolamento, aponta estudo

    Por que líderes experientes tomam decisões ruins?

    ‘O maior risco da IA não é substituir, é fazer você parar de pensar’, diz especialista