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Estagiária
Publicado em 9 de fevereiro de 2026 às 14h03.
Poucos palcos exigem tanto controle de mensagem quanto o Super Bowl. Com audiência global, expectativas comerciais altíssimas e um ecossistema de marcas, patrocinadores e narrativas em disputa, cada apresentação ali é, antes de tudo, um exercício de comunicação estratégica.
Quando artistas como Bad Bunny ocupam espaços desse porte, seja no intervalo, em campanhas associadas ou na cobertura midiática em torno do evento, o que chama atenção não é apenas a performance, mas a forma como constroem uma mensagem coerente com quem são. Autenticidade, nesse contexto, deixa de ser um atributo subjetivo e passa a funcionar como ativo comunicacional.
Bad Bunny construiu sua carreira sem diluir identidade para agradar audiências tradicionais. Linguagem, estética, posicionamento cultural e discurso caminham juntos. Em ambientes de alta visibilidade, essa coerência reduz ruído, aumenta reconhecimento e cria conexão real com o público.
No mercado de trabalho, profissionais mais jovens lidam com um ambiente corporativo altamente exposto, marcado por opiniões constantes e baixa tolerância a discursos padronizados. Mensagens superficiais, apresentações desconexas à prática e falas artificiais tendem a gerar pouco engajamento.
Autenticidade, aqui, não significa “falar tudo o que se pensa”, mas comunicar com clareza, domínio emocional e alinhamento entre discurso, postura e intenção. É o que diferencia quem apenas transmite informação de quem consegue mobilizar pessoas, vender ideias e sustentar decisões.
Mensagens percebidas como autênticas geram mais confiança, engajamento e retenção. Isso passa por escolhas objetivas, como estrutura do discurso, linguagem adequada ao público, uso consciente da comunicação não verbal e capacidade de lidar com pressão sem comprometer a clareza.
No ambiente corporativo, a forma como uma mensagem é apresentada pode acelerar ou travar projetos. Apresentações mal conduzidas geram ruído e retrabalho; por outro lado falas claras e bem estruturadas abrem espaço para decisões mais rápidas.
Esse cenário ajuda a explicar por que a comunicação deixou de ocupar um papel secundário e se tornou uma das competências mais valorizadas no ambiente corporativo. O diferencial está menos no carisma e mais no método: preparação técnica, controle emocional e clareza sobre o impacto de cada mensagem.
Tanto no entretenimento quanto no trabalho, destaca-se quem consegue sustentar uma comunicação verdadeira, clara e adequada ao contexto. Em um mercado cada vez mais competitivo, comunicar-se bem deixou de ser diferencial e passou a ser requisito para crescer na carreira.
Profissionais que dominam a comunicação assertiva se destacam, inspiram confiança e são lembrados por sua clareza e equilíbrio.
Agora é sua vez de desenvolver essa habilidade e transformar o modo como você se expressa e como as pessoas te escutam.
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