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A sua carreira não deslancha? É hora de repensar suas certificações

Funcionários com pelo menos uma certificação ganham pelo menos 20% mais e conseguem novas oportunidades se ficarem desempregados

O Brasil tem uma das piores taxas de mão de obra não qualificada do mundo: 63%, acima da média global, que é 54%. Além disso, mais da metade das empresas do país encontra dificuldades para preencher vagas por culpa da falta de profissionais qualificados. Ainda assim, apenas 10% da população economicamente ativa participa de algum treinamento por ano.

Os dados da pesquisa “Closing the skills gaps”, produzida pela ManpowerGroup Survey, indicam que o país tem pela frente um grande desafio: encontrar formas de melhorar a qualificação dos profissionais.

“Toda empresa quer contratar bem, ter ou formar os melhores profissionais, garantir que eles sejam os melhores e reter os talentos”, explica Henrique Barreto, diretor de Workforce Skills, linha voltada a desenvolvimento de profissionais da Pearson Corporate Solutions. “A competição é cada vez maior. Os profissionais com mais de 30 anos de idade vão estudar, a partir de agora, mais do que jamais o fizeram.”

Com mais de 22.000 funcionários, a Pearson opera em 70 países oferecendo produtos e serviços voltados para a educação corporativa, que vão desde os processos de contratação, desenvolvimento profissional e certificação até a preocupação com o bem-estar dos colaboradores.

Mas a questão é: por que o país experimenta tamanha dificuldade em se destacar no cenário internacional quando o assunto é qualificação? Parte do problema, aponta Barreto, é a cultura local, que não reconhece a importância das certificações e o valor que agregam.

Mas deveria. De acordo com o levantamento da ManpowerGroup Survey, colaboradores com pelo menos uma certificação recebem remuneração 20% maior e são contratados em um terço do tempo quando ficam desempregados.

De quebra, as certificações ajudam as organizações a demonstrar seu compromisso profissional dos colaboradores, resultando em aumento da produtividade, melhor retenção de talentos, além de maior confiabilidade e reputação.

Os quatro pilares

A Pearson trabalha com outros três pilares além da certificação. São eles: contratação, desenvolvimento de colaboradores e engajamento. O intuito é treinar, avaliar, certificar habilidades e capacitar colaboradores, para que eles estejam preparados para qualquer situação.

“Por intermédio destes pilares, garantimos a efetividade em toda a jornada do colaborador desde o recrutamento e a seleção, com soluções que otimizam a gestão, proporcionam um melhor ambiente de trabalho e alavancam os resultados de maneira mensurável”, explica Barreto.

Conhecimento e desenvolvimento

Com o pilar de recrutamento e seleção, a Pearson atua na direção de reduzir a taxa de turnover da empresa, garantindo que os candidatos atendam às habilidades sociais, ao perfil psicológico e ao nível de inglês exigido.

Com o eixo de desenvolvimento de colaboradores, os ajuda a encontrar os melhores cursos em áreas como tecnologia, liderança, comunicação, soft skills e business skills.

A ferramenta de engajamento do colaborador, por sua vez, motiva os funcionários por meio de cursos e ferramentas técnicas que os ajudarão a se desenvolver pessoal e profissionalmente e a se sentirem parte da empresa. Por fim, o pilar de certificação profissional permite validar o conhecimento e o desenvolvimento dos colaboradores.

“Somos a entidade que oferece certificações oficiais da Apple, Microsoft e Amazon, entre outras”, explica Barreto. “Na medida em que o mundo corporativo cria um ambiente que valoriza as certificações, cria uma base qualificada de mão de obra, que atrai não só empregos, mas empresas”.

 

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