Carreira

A partir de agora, essa é a nova responsabilidade dos líderes na era da inteligência artificial

A adoção de inteligência artificial virou prioridade estratégica, mas o risco está em avançar rápido demais sem estrutura, critérios e governança

Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 14h13.

Confiar na inteligência artificial já não é uma opção para empresas que querem se manter competitivas. Mas confiar sem verificar pode ser um erro caro. 

À medida que ferramentas de IA passam a influenciar decisões, investimentos e operações críticas, líderes empresariais acumulam uma nova responsabilidade que exige garantir que a tecnologia atenda a padrões elevados de segurança, confiabilidade e impacto real no negócio. 

Integrar inteligência artificial não é apenas “ligar a chave”. Exige análise, estratégia e escolhas cuidadosas, especialmente diante de riscos como envenenamento de dados, inversão de modelos, vazamento de privacidade, inferência indevida de informações e vulnerabilidades. 

Além disso, entram na equação custos, logística e a tarefa prática de colocar a tecnologia nas mãos das equipes. Essas informações foram retiradas da Forbes.

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A diferença entre adotar IA e adotá-la bem

A pressão para implementar inteligência artificial é crescente. CEOs sabem que ficar parado pode significar perder competitividade, mas avançar sem um plano claro pode gerar efeitos colaterais difíceis de corrigir. 

A adoção madura começa com perguntas básicas, como qual problema a inteligência artificial resolve, onde ela gera valor e quais riscos estão sendo assumidos.

Empresas que têm sucesso tratam a IA como parte da estratégia e não como solução isolada. Isso envolve avaliar infraestrutura, qualidade dos dados, integração com sistemas existentes e capacidade interna de operar e supervisionar os modelos ao longo do tempo.

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Governança, pessoas e decisões conscientes

Outro ponto central está na governança. À medida que a IA se torna mais autônoma, cresce a necessidade de regras claras sobre uso, limites e responsabilidade. Definir quem responde pelas decisões apoiadas por algoritmos passa a ser tão importante quanto a tecnologia em si.

Além disso, nenhuma implementação funciona sem pessoas preparadas. Treinar equipes, ajustar processos e criar uma cultura de uso consciente da inteligência artificial são etapas decisivas para que a tecnologia amplifique resultados e não riscos. 

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De olho nesse movimento e nas perspectivas para o futuro do trabalho, a EXAME desenvolveu uma aula virtual e gratuita sobre inteligência artificial. 

A aula será transmitida ao vivo e terá duração de duas horas.  O treinamento vai revelar as principais ferramentas de IA que todo profissional – independente do setor de atuação – precisa dominar. Essas ferramentas podem ser úteis para otimizar as tarefas no trabalho, criar um plano de carreira estruturado, ter reuniões mais assertivas e até mesmo conquistar aquela posição dos sonhos.

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