Brasil

Trabalhadores da Petrobras param por um dia contra vendas

Sindicatos protestam contra os planos da Petrobras de vender 15,1 bilhões de dólares em ativos até o fim de 2016


	Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos: sindicatos protestam contra planos da estatal de vender 15,1 bilhões de dólares em ativos até o fim de 2016
 (Germano Lüders / EXAME)

Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos: sindicatos protestam contra planos da estatal de vender 15,1 bilhões de dólares em ativos até o fim de 2016 (Germano Lüders / EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de julho de 2015 às 08h40.

Rio de Janeiro - Petroleiros iniciaram uma greve de 24 horas nesta sexta-feira contra a venda de ativos da Petrobras, de acordo com sindicatos de trabalhadores da empresa.

A greve, liderada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), envolve trabalhadores de refinarias, plataformas de petróleo e outros trabalhadores da Petrobras, e teve início à meia-noite de quinta-feira.

Os sindicatos protestam contra os planos da Petrobras de vender 15,1 bilhões de dólares em ativos até o fim de 2016.

A Petrobras planeja reduzir sua dívida -que está em cerca de 120 bilhões de dólares- assim como gerar caixa para investimentos e retomar a confiança dos investidores após o escândalo de corrupção envolvendo a estatal investigado pela operação Lava Jato.

A FUP também se opõe ao projeto de lei no Senado que busca retirar da Petrobras a condição de operadora única do pré-sal. O projeto, do senador José Serra (PSDB-SP), também impede que a estatal detenha o mínimo de 30 por cento de cada campo, como está previsto na atual Lei de Partilha.

A Petrobras não respondeu a pedidos de comentários.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasEstatais brasileirasEmpresas estataisPetrobrasCapitalização da PetrobrasPetróleoGás e combustíveisIndústria do petróleoEnergiaGreves

Mais de Brasil

Moraes abre inquérito para investigar vazamento de dados de ministros do STF

SP faz operação contra ingressos falsos para shows do Iron Maiden

Cracolândia acabou e não vai voltar, diz vice-governador de SP

Acordo Mercosul–UE deve entrar em vigor no segundo semestre, diz Alckmin