Tarcísio: "Reconhecer o resultado não significa calar sobre os excessos" (Divulgação Esfera Brasil)
Repórter
Publicado em 27 de outubro de 2026 às 14h56.
Última atualização em 27 de outubro de 2026 às 15h16.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), manifestou-se nesta terça-feira, 27, pela primeira vez após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que “a eleição passou, mas o Brasil continua”. Aliado de Flávio Bolsonaro (PL), Tarcísio reconheceu o resultado, criticou o governo federal e defendeu uma oposição vigilante nos próximos quatro anos.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se manifestou nesta terça-feira, 27, pela primeira vez após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Aliado de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição à Presidência da República, o político disse que a "a eleição passou, mas o Brasil continua".
“A eleição passou, mas o país continua fraturado, dividido, e isso exige muita responsabilidade com quem lidera. Reconhecer o resultado não significa calar sobre os excessos, o uso da máquina, programas lançados fora do prazo, a interferência do Judiciário. Tudo isso marcou essas eleições e precisa deixar lições”, disse.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador também agradeceu a Flávio e aos eleitores, além de criticar os gastos do governo federal. “Foi incrível essa caminhada. Obrigado a vocês que estiveram na arena, e isso ninguém apaga. A eleição passou, mas não apaga o desejo de ministérios com gente técnica e séria, de um governo que corte gastos e tire o peso dos impostos das costas do cidadão, de um país que não gaste mais com juros da dívida do que com saneamento básico, saúde e educação”, disse.
Tarcísio ainda disse que o direita brasileira "recebeu das urnas uma responsabilidade", com força no congresso e nos estados, que passou a governar 15 das 27 unidades da federação do país.
"Agora é hora de uma oposição vigilante, que cobre responsabilidade fiscal, que propõe aquilo que melhora a vida das pessoas e que fiscalize de perto quem governa pelos próximos 4 anos, porque se a economia piorar, não vai piorar só para quem votou de um lado, vai piorar para todos os brasileiros", disse.
No domingo, o presidente Lula foi reeleito para um quarto mandato. Com 100% das urnas apuradas, o petista venceu com 51,79% dos votos, enquanto Flávio teve 48,21%, se tornando o primeiro presidente do Brasil desde a redemocratização a conseguir uma virada do primeiro para o segundo turno. Será, também, o primeiro a governar por quatro mandatos.
A eleição passou. O Brasil continua. https://t.co/ANDrCQtaNW
— Tarcísio Gomes de Freitas (@tarcisiogdf) October 27, 2026
Tarcísio de Freitas afirmou nesta terça-feira, 27, que “a eleição passou, mas o Brasil continua”. Segundo o governador de São Paulo, o país permanece dividido, o que exige responsabilidade de seus líderes.
Tarcísio de Freitas reconheceu o resultado, mas disse que isso não significa deixar de criticar supostos excessos ocorridos durante a eleição. O governador citou uso da máquina pública, programas lançados fora do prazo e interferência do Judiciário.
A oposição deve fiscalizar o governo e cobrar responsabilidade fiscal, segundo Tarcísio de Freitas. O governador também defendeu propostas que melhorem a vida da população durante os próximos quatro anos.
Tarcísio de Freitas defendeu um governo que corte gastos e reduza o peso dos impostos sobre os cidadãos. O governador também criticou o fato de o país gastar mais com juros da dívida do que com saneamento básico, saúde e educação.
A direita passou a governar 15 das 27 unidades da Federação, segundo Tarcísio de Freitas. O governador afirmou ainda que o grupo político recebeu das urnas uma responsabilidade e conquistou força no Congresso e nos estados.
Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito com 51,79% dos votos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, após a apuração de 100% das urnas. Lula conquistou um quarto mandato e tornou-se o primeiro presidente desde a redemocratização a virar uma disputa do primeiro para o segundo turno.