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Sindicalistas e religiosos se revezam em discursos no sindicato do ABC

A menos de uma hora do limite de horário para Lula se entregar, manifestantes prometem formar um cordão humano para impedir a prisão do ex-presidente

Manifestações: padres e pastores, assim como líderes das religiões muçulmana e judaica, subiram ao caminhão de som (Paulo Whitaker/Reuters)

Manifestações: padres e pastores, assim como líderes das religiões muçulmana e judaica, subiram ao caminhão de som (Paulo Whitaker/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 6 de abril de 2018 às 16h47.

São Paulo - Depois dos discursos de sindicalistas e líderes de movimentos sociais, representantes religiosos estão participando neste momento do ato de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva num momento em que a concentração de militantes diante da sede do sindicato dos metalúrgicos do ABC, onde o petista está presente, chega ao auge.

Padres e pastores, assim como líderes das religiões muçulmana e judaica, subiram ao caminhão de som para comandar um ato ecumênico e manifestar repúdio à prisão de Lula.

A menos de uma hora do limite de horário para Lula se entregar à Polícia Federal, os manifestantes prometem formar um cordão humano para impedir a prisão do ex-presidente. A expectativa é que Lula faça uma discurso, mas a participação dele ainda não foi confirmada.

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