Brasil

"Queremos que Dilma escute o PT", diz Lindbergh Farias

Ao chegar para a reunião do Diretório Nacional do PT, Lindbergh afirmou que a grande preocupação da sigla é com o emprego


	O senador Lindbergh Farias: ao chegar para a reunião do Diretório Nacional do PT, Lindbergh afirmou que a grande preocupação da sigla é com o emprego
 (Antônio Cruz/ABr)

O senador Lindbergh Farias: ao chegar para a reunião do Diretório Nacional do PT, Lindbergh afirmou que a grande preocupação da sigla é com o emprego (Antônio Cruz/ABr)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de fevereiro de 2016 às 16h17.

Rio - O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse nesta sexta-feira, 26, que o governo precisa "reorientar a política econômica", se quiser sair da crise, e fez um apelo para que a presidente Dilma Rousseff ouça o seu partido.

Ao chegar para a reunião do Diretório Nacional do PT, Lindbergh afirmou que a grande preocupação da sigla é com o emprego.

"Queremos que a presidente Dilma escute o partido e entenda que o mais importante é a retomada do crescimento", afirmou Lindbergh.

"O centro do governo não pode ser a reforma da Previdência nem o ajuste fiscal. O centro tem de ser o emprego", enfatizou.

Lindbergh disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com todos os problemas enfrentados na crise do período 2008-2009, aumentou o gasto social e a taxa de juros caiu.

"Nós aqui temos a maior taxa de juros do mundo e a inflação hoje é de preços monitorados, não é de demanda. Então, não se pode ficar num samba de uma nota só, falando apenas em ajuste. É preciso mudar essa política econômica", insistiu o senador.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilLuiz Inácio Lula da Silva

Mais de Brasil

BTG/Nexus: no 1º turno, Lula tem 40% e Flávio, 35%

iFood e Rappi podem levar multa de R$ 14 mi por não mostrarem quanto pagam a entregadores

Eleições 2026: em cinco pesquisas da semana, Lula amplia vantagem sobre Flávio após áudio de Vorcaro

Direita errou em ser leniente com as falhas e crimes da família Bolsonaro, diz Renan