Brasil

PM faz operação em Paraisópolis, na zona sul de SP

Operação Saturação reuniu 500 policias na favela da zona sul de São Paulo


	Paraisópolis: Secretária de Segurança Pública não confirma a relação entre a operação e a série de assassinatos que acontecem em toda a região metropolitana
 (Wikimedia Commons/Divulgação)

Paraisópolis: Secretária de Segurança Pública não confirma a relação entre a operação e a série de assassinatos que acontecem em toda a região metropolitana (Wikimedia Commons/Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de outubro de 2012 às 07h31.

São Paulo - Pelo menos 500 policiais militares voltaram a executar, desde a madrugada desta segunda-feira, a Operação Saturação - de combate ao crime - na favela do Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. Ainda não há informações sobre presos ou detidos.

A Secretária de Segurança Pública não confirma a relação entre a operação e a série de assassinatos que acontecem em toda a região metropolitana nas últimas semanas. De acordo com o órgão, a ação deve aumentar a sensação de segurança dos moradores da região. A Secretaria diz ainda que a operação deve continuar nos próximos dias e não especifica a data de retirada das tropas. A região do Paraisópolis tem cerca de 80 mil habitantes.

O grupo de militares busca pontos de tráfico de drogas, além da identificação e prisão dos principais autores de furtos e roubos. De acordo com a PM, os agentes também devem apreender armas e entorpecentes.

No início do mês, a Operação Saturação, executada em vários pontos da região metropolitana de São Paulo e na Baixada Santista, prendeu em flagrante 61 suspeitos.

Acompanhe tudo sobre:cidades-brasileirasMetrópoles globaisSão Paulo capitalViolência urbanaPolícia Militar

Mais de Brasil

Moraes autoriza Braga Netto a fazer curso à distância para reduzir pena por tentativa de golpe

Flávio diz que Moraes quer ‘interferir nas eleições’ após ser impedido de visitar Jair Bolsonaro

MP do Frete deve ser votada após acordo com a oposição, diz Randolfe

Campanha de Flávio Bolsonaro diz que decisão de Moraes é 'ilegal' e 'autoritária'