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PF inicia 2ª fase de operação que investiga governador de MG

A Operação Acrônimo, que tramita no STJ, envolve o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT)


	Há suspeitas de que a campanha de Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais, tenha recebido dinheiro do esquema operado pelo empresário Bené
 (Denis Ribeiro/Exame)

Há suspeitas de que a campanha de Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais, tenha recebido dinheiro do esquema operado pelo empresário Bené (Denis Ribeiro/Exame)

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Da Redação

Publicado em 25 de junho de 2015 às 09h21.

Brasília - A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 25, a segunda fase da Operação Acrônimo. Policiais cumprem mandados em Minas Gerais e São Paulo. Por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não serão divulgados detalhes da operação.

A Acrônimo tramita no STJ porque envolve o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Há suspeitas de que a campanha dele ao governo do Estado em 2014 tenha recebido dinheiro do esquema operado pelo empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, colaborador de campanhas do PT.

Bené e a mulher de Pimentel, Caroline de Oliveira Pereira, foram alvos da primeira fase da operação. Bené chegou a ser preso, mas pagou fiança. A residência de Caroline sofreu buscas.

A investigação foi iniciada em outubro do ano passado, quando a Polícia Federal apreendeu, no Aeroporto de Brasília, R$ 113 mil em dinheiro numa aeronave que trazia Bené e outros colaboradores da campanha de Pimentel de Belo Horizonte.

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