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PEC do teto só funcionará com reformas, diz Alckmin

"É preciso ter a reforma da Previdência e as demais reformas. Elas são essenciais", acrescentou o governador de SP


	Geraldo Alckmin: "sou favorável à PEC, mas é importante que haja reformas para que ela seja exequível", disse
 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Geraldo Alckmin: "sou favorável à PEC, mas é importante que haja reformas para que ela seja exequível", disse (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 17 de outubro de 2016 às 12h33.

São Paulo - Os governadores de São Paulo e de Goiás, ambos do PSDB, defenderam nesta segunda-feira, 17, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos - a PEC 241 - assim como a aprovação de reformas estruturais para equilibrar as contas públicas, em especial a reforma da Previdência.

Após participar de conferência internacional sobre açúcar e etanol promovida pela Datagro, o governador paulista, Geraldo Alckmin, afirmou a jornalistas que as reformas são "importantes" e "essenciais" para que a PEC 241 seja "exequível".

"É preciso ter a reforma da Previdência e as demais reformas. Elas são essenciais, especialmente a reforma da Previdência", disse Alckmin. "Sou favorável à PEC, mas é importante que haja reformas para que ela seja exequível."

Também presente ao evento, Marconi Perillo, governador de Goiás, frisou que o país precisa de um "choque de realidade", ao defender a aprovação do projeto que estabelece um teto às despesas primárias da União.

"Se não tivermos um choque de realidade, o Brasil vai chegar à situação da Grécia", afirmou Perillo, que também defendeu a reforma nas aposentadorias. "O Brasil está vivendo com o que não tem. Temos que viver com o que nós temos", acrescentou.

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