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'Parou, tem de descontar', diz Bernardo sobre Correios

A categoria pede reajuste de 43,7%, piso salarial de R$ 2,5 mil e aumento linear de R$ 200 para todos os empregados

Funcionários dos Correios na última greve: ameaça de nova paralisação (Elza Fiúza/Abr)
DR

Da Redação

Publicado em 23 de agosto de 2012 às 23h55.

Brasília - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta quinta que, se os funcionários dos Correios entrarem em greve, todos os dias parados serão descontados. A categoria pede reajuste de 43,7%, piso salarial de R$ 2,5 mil e aumento linear de R$ 200 para todos os empregados.

"Vamos controlar com rigor a presença e descontar dias, horas e minutos parados. Queremos manter o diálogo e negociar, mas chega um momento em que não tem conversa: parou, tem de descontar", afirmou Paulo Bernardo. "Se não houver possibilidade de acordo, vamos para o Tribunal Superior do Trabalho."

No ano passado, os funcionários dos Correios fizeram uma greve que durou 28 dias e só foi encerrada após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Na tentativa de provocar o governo, servidores divulgaram no You Tube imagens de Paulo Bernardo, em um encontro do PT, dizendo que os Correios não têm como conceder reajuste de mais de 40%.

"Aumento real de R$ 200 é ideia razoável, mas 47% também não dá, né? (o índice reivindicado é de 43,7%). Nós estamos com uma inflação de 3,5%. Vocês não vão querer repor as perdas desde Pedro Álvares Cabral", disse o ministro, na ocasião.

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"Vamos controlar com rigor a presença e descontar dias, horas e minutos parados. Queremos manter o diálogo e negociar, mas chega um momento em que não tem conversa: parou, tem de descontar", afirmou Paulo Bernardo. "Se não houver possibilidade de acordo, vamos para o Tribunal Superior do Trabalho."

No ano passado, os funcionários dos Correios fizeram uma greve que durou 28 dias e só foi encerrada após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Na tentativa de provocar o governo, servidores divulgaram no You Tube imagens de Paulo Bernardo, em um encontro do PT, dizendo que os Correios não têm como conceder reajuste de mais de 40%.

"Aumento real de R$ 200 é ideia razoável, mas 47% também não dá, né? (o índice reivindicado é de 43,7%). Nós estamos com uma inflação de 3,5%. Vocês não vão querer repor as perdas desde Pedro Álvares Cabral", disse o ministro, na ocasião.

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