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Paródias ironizam Dilma e Lula em ato em frente ao Congresso

A frase da "saudação à mandioca", feita por Dilma na abertura dos jogos indígenas no ano passado, é entoada, em ritmo de funk, repetidamente.


	Dilma e Lula: movimento na Esplanada dos Ministérios aumenta a cada instante
 (REUTERS/Ueslei Marcelino)

Dilma e Lula: movimento na Esplanada dos Ministérios aumenta a cada instante (REUTERS/Ueslei Marcelino)

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Da Redação

Publicado em 13 de março de 2016 às 11h42.

Brasília - Ao lado de um boneco gigante do Pixuleco, inflado diante do Congresso Nacional, um trio elétrico com a faixa "Impeachment já" executa músicas que ridicularizam a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A frase da "saudação à mandioca", feita por Dilma na abertura dos jogos indígenas no ano passado, é entoada, em ritmo de funk, repetidamente. Também o funk "Baile de favela" é executado com o refrão "O Lula é baile de propina".

Há também uma paródia do "Funk do Muriçoca" com a frase "Quem pica é a mosquita", em referência a uma declaração da presidente Dilma em "aula" para crianças sobre a transmissão do vírus da zika.

O movimento na Esplanada dos Ministérios aumenta a cada instante. O empresário Guilherme Desordi, de 27 anos, compareceu fantasiado de super-herói.

"Hoje eu sou super Sérgio Moro. Ele é o maior herói do País atualmente", disse o jovem, falando sobre o juiz federal que conduz o processo da Operação Lava Jato. Com uma capa e carregando um boneco inflável, ele levou para a manifestação o sobrinho, de apenas um ano, que brincava também com um mini Pixuleco.

Um caminhão de som do movimento "Limpa Brasil" fez uma parada em frente à Catedral Metropolitana de Brasília e iniciou uma oração para agradecer ao fato de não ter chovido no dia marcado para a manifestação.

"Estamos aqui reunidos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo", bradou um dos líderes do movimento, seguido pela multidão em volta do trio elétrico.

Também presente na manifestação, líderes do Movimento Vem Pra Rua gritam palavras de ordem. "A rua é muito maior do que as urnas" e "impeachment nos olhos dos outros é golpe" são algumas das frases entoadas.

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