Brasil

Novos parlamentares terão R$ 2,4 bi em emendas no orçamento

Novos parlamentares terão emendas incluídas no Orçamento 2015 em um total de R$ 2,4 bilhões, sendo que cada deputado ou senador terá R$ 10 milhões em emendas


	Congresso: “pela primeira vez, novos parlamentares serão incluídos no Orçamento do próprio ano”, disse o relator Romero Jucá
 (Jorge Silva/Reuters)

Congresso: “pela primeira vez, novos parlamentares serão incluídos no Orçamento do próprio ano”, disse o relator Romero Jucá (Jorge Silva/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de fevereiro de 2015 às 16h16.

Priorizar nos meus resultados Google

Os novos parlamentares do Congresso Nacional terão emendas incluídas no Orçamento deste ano, em um total de R$ 2,4 bilhões.

Segundo o relator do Orçamento de 2015, Romero Jucá (PMDB-RR), eles poderão apresentar solicitações que serão transformadas em emendas de relator. Cada deputado ou senador terá R$ 10 milhões em emendas - metade deverá ser para a área de saúde.

“Pela primeira vez, novos parlamentares serão incluídos no Orçamento do próprio ano”, disse Jucá, após reunião da bancada do PMDB no Senado com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. Segundo o senador, a medida irá beneficiar em torno de 240 parlamentares.

Jucá disse que as emendas dos parlamentares antigos não serão prejudicadas, e asseguou que pela sistemática negociada com os líderes dos partidos, todos serão atendidos. “É claro que o atendimento operacional se dará no ritmo da capacidade do governo”, ressaltou.

Questionado se há recursos suficientes no Orçamento, o senador explicou que não estão sendo criadas receitas novas, apenas um remanejamento de recursos. “Estamos dando um jeitinho”, disse.

Na reunião com Braga, os senadores do PMDB foram informados sobre a atual situação do setor elétrico no país e as ações que estão sendo adotadas pelo governo. Para Jucá, o PMDB está dando sua contribuição para o país no comando do Ministério de Minas e Energia.

“Se o racionamento tivesse que acontecer, seria uma fatalidade, não seria pelo erro individual de uma ou duas pessoas”, disse o senador, referindo-se aos dois últimos ministros de Minas e Energia, que são do PMDB: o ex-ministro Edison Lobão e o atual Eduardo Braga.

Acompanhe tudo sobre:Política no BrasilPolíticaCongresso

Mais de Brasil

O que acontece ao perguntar em quem votar para a IA? Estudo com 100 mil perguntas responde

Campanha de Lula informa TV Globo que presidente não vai ao debate na quinta-feira

Pesquisa Futura: Flávio Bolsonaro tem 49% e Lula, 43,5%, no 2º turno

Pesquisa Futura: Flávio Bolsonaro sobe a 42,2% e Lula aparece com 39,4% no 1º turno