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Nova proposta do pré-sal fortalece a Petrobras, afirma Jucá

O peemedebista disse que o País está saindo de um modelo burro para um inteligente

Petrobras: "(O projeto) Não dá o osso para a Petrobras, só dá o filé mignon", disse Jucá (Bloomberg)
DR

Da Redação

Publicado em 25 de fevereiro de 2016 às 14h24.

Brasília - Relator do projeto que desobriga a Petrobras de ser a operadora única na exploração da camada do pré-sal , o senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou nesta quinta-feira, 25, que a proposta aprovada pelo Senado fortalece a estatal.

O peemedebista, que costurou um acordo com o governo para permitir que a empresa tenha direito de preferência para atuar, disse que o País está saindo de um modelo burro para um inteligente.

"(O projeto) Não dá o osso para a Petrobras, só dá o filé mignon", disse Jucá, em entrevista concedida ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, após a matéria ter passado pelo plenário na noite de quarta-feira (24). O texto seguirá para a Câmara.

Para o senador, o atual modelo de exploração obriga a Petrobras a se "agarrar com todo mundo", seja um defunto ou uma miss.

Ele considera que a atual legislação é um modelo "ideológico" e "um erro de visão".

"Vamos aprimorar o modelo e dizer: Petrobras, você vai poder escolher com quais as 'misses' você vai poder se agarrar. O máximo que ela poderá fazer é dizer quantas vai dar conta", disse ele, numa analogia aos blocos de exploração que poderão ser licitados pelo novo modelo, caso vire lei.

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O peemedebista, que costurou um acordo com o governo para permitir que a empresa tenha direito de preferência para atuar, disse que o País está saindo de um modelo burro para um inteligente.

"(O projeto) Não dá o osso para a Petrobras, só dá o filé mignon", disse Jucá, em entrevista concedida ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, após a matéria ter passado pelo plenário na noite de quarta-feira (24). O texto seguirá para a Câmara.

Para o senador, o atual modelo de exploração obriga a Petrobras a se "agarrar com todo mundo", seja um defunto ou uma miss.

Ele considera que a atual legislação é um modelo "ideológico" e "um erro de visão".

"Vamos aprimorar o modelo e dizer: Petrobras, você vai poder escolher com quais as 'misses' você vai poder se agarrar. O máximo que ela poderá fazer é dizer quantas vai dar conta", disse ele, numa analogia aos blocos de exploração que poderão ser licitados pelo novo modelo, caso vire lei.

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