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Não há como acabar com auxílio emergencial sem resolver a economia do País, diz Lula

O ex-presidente criticou ainda a postura de Bolsonaro diante das mais de 680 mil mortes por covid-19 e afirmou que o governo "tentou fazer uma fábrica de corrupção com as vacinas".

Luiz Inacio Lula da Silva (RAFAELA ARAUJO/AFP/Getty Images)

Luiz Inacio Lula da Silva (RAFAELA ARAUJO/AFP/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 13 de agosto de 2022 às 13h27.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alegou que o auxílio emergencial dado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) foi aprovado até dezembro como medida para garantir a reeleição. Ele participou de transmissão ao vivo no Facebook com o deputado federal André Janones (Avante-MG) na manhã deste sábado.

"Enquanto não acabar com a fome e a miséria não pode acabar com o auxílio emergencial. Você pode inclusive criar uma convulsão nesse país se tirar o pouquinho de possibilidade que esse povo tem", afirmou Lula. "Não há como tirar o benefício sem que a gente recupere a economia brasileira, sem gerar emprego, sem resolver a fome."

O ex-presidente criticou ainda a postura de Bolsonaro diante das mais de 680 mil mortes por covid-19 e afirmou que o governo "tentou fazer uma fábrica de corrupção com as vacinas".

Janones, que retirou sua candidatura à presidência para apoiar o petista no primeiro turno, disse que fará outras transmissões com Lula, com espaço para comentários de eleitores. O deputado tem mais de oito milhões de seguidores no Facebook.

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