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Moro dá três dias para defesa de Vaccari substituir Delcídio

Delcídio iria depor nesta quinta-feira, 26, como testemunha de Vaccari, mas foi preso na quarta-feira, 25, por envolvimento em uma trama para barrar a Lava Jato

Juiz Sérgio Moro: Com a prisão inesperada do senador, Vaccari agora tem que arrumar outro nome (Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)
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Da Redação

Publicado em 26 de novembro de 2015 às 16h36.

São Paulo - O juiz federal Sérgio Moro , responsável pela Lava Jato na Justiça Federal no Paraná, deu prazo de três dias para a defesa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto indicar outro nome em substituição ao senador Delcídio Amaral (PT/MS).

Delcídio iria depor nesta quinta-feira, 26, como testemunha de Vaccari, mas foi preso na quarta-feira, 25, por envolvimento em uma trama para barrar a Lava Jato.

O ex-tesoureiro é réu em ação penal por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa - no mesmo processo há outros acusados, como o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula) e Renato Duque, ex-diretor da Petrobras (Serviços).

Vaccari já foi condenado em um primeiro processo da Lava Jato. Em setembro, ele pegou 15 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Duque recebeu pena maior, 20 anos e oito meses de prisão pelos mesmos delitos atribuídos ao ex-tesoureiro.

No segundo processo, a defesa de Vaccari arrolou vários políticos como testemunhas. Um deles é Delcídio Amaral, cujo depoimento estava marcado para esta quinta.

"O senador iria falar sobre aspectos da vida pessoal do Vaccari, da família dele, sua conduta", disse o criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, defensor do ex-tesoureiro.

D’Urso anota que Delcídio iria abordar, ainda, outra questão. "Ele (Delcídio) falaria do trabalho do Vaccari na arrecadação de recursos para o PT e para as campanhas eleitorais, a lisura do procedimento do Vaccari."

Com a prisão inesperada do senador, Vaccari agora tem que arrumar outro nome.

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São Paulo - O juiz federal Sérgio Moro , responsável pela Lava Jato na Justiça Federal no Paraná, deu prazo de três dias para a defesa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto indicar outro nome em substituição ao senador Delcídio Amaral (PT/MS).

Delcídio iria depor nesta quinta-feira, 26, como testemunha de Vaccari, mas foi preso na quarta-feira, 25, por envolvimento em uma trama para barrar a Lava Jato.

O ex-tesoureiro é réu em ação penal por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa - no mesmo processo há outros acusados, como o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula) e Renato Duque, ex-diretor da Petrobras (Serviços).

Vaccari já foi condenado em um primeiro processo da Lava Jato. Em setembro, ele pegou 15 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Duque recebeu pena maior, 20 anos e oito meses de prisão pelos mesmos delitos atribuídos ao ex-tesoureiro.

No segundo processo, a defesa de Vaccari arrolou vários políticos como testemunhas. Um deles é Delcídio Amaral, cujo depoimento estava marcado para esta quinta.

"O senador iria falar sobre aspectos da vida pessoal do Vaccari, da família dele, sua conduta", disse o criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, defensor do ex-tesoureiro.

D’Urso anota que Delcídio iria abordar, ainda, outra questão. "Ele (Delcídio) falaria do trabalho do Vaccari na arrecadação de recursos para o PT e para as campanhas eleitorais, a lisura do procedimento do Vaccari."

Com a prisão inesperada do senador, Vaccari agora tem que arrumar outro nome.

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