Brasil

Maia pretende votar projeto que regula Uber nesta quarta

Nos bastidores, porém, deputados contrários aos aplicativos atuam para adiar a votação

Uber: na terça, Maia defendeu o reconhecimento desses aplicativos em lei federal e a regulamentação de suas atividades (Tyrone Siu/Reuters)

Uber: na terça, Maia defendeu o reconhecimento desses aplicativos em lei federal e a regulamentação de suas atividades (Tyrone Siu/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 28 de fevereiro de 2018 às 14h56.

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou que, "a princípio", colocará ainda nesta quarta-feira, 28, em votação no plenário o projeto que regulamenta os aplicativos de transporte individual, como Uber, 99 e Cabify. "A princípio, votaremos hoje", disse. Nos bastidores, porém, deputados contrários aos aplicativos atuam para adiar a votação.

Na terça, Maia defendeu o reconhecimento desses aplicativos em lei federal e a regulamentação de suas atividades feita pelos municípios.

"O melhor texto era o texto inicial, do deputado Daniel Coelho (PSDB-PE), que reconhecia o aplicativo na lei federal e transferia a regulamentação para lei municipal. Esse é o texto ideal", disse Maia, na terça. Para Maia, impedir os aplicativos seria um retrocesso.

Ainda nesta quarta-feira, está prevista a votação do regime de urgência para votação de três projetos, sendo dois da área econômica: o da reoneração da folha de pagamento e o que libera 100% de capital estrangeiro em empresas áreas.

A outra urgência é do projeto que torna crime hediondo a explosão de caixas eletrônicas. Se aprovadas, as urgências permitirão que as propostas sejam votadas diretamente no plenário da Casa, sem precisar passar pelas comissões temáticas.

Acompanhe tudo sobre:UberCâmara dos DeputadosRodrigo Maia

Mais de Brasil

Flávio defende suspender reforma tributária e é questionado em evento da CNI

PGR defende validade de pesquisa eleitoral que apontava queda de Flávio Bolsonaro

Defesa de Jaques Wagner recorre ao STF para anular busca da PF no Caso Master

Nova regra permite ao Judiciário até 100 dias a mais de folga que empregados 6x1