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Magistrados pedem força-tarefa para esclarecer assassinato de juíza

Patricia Acioli foi assassinada na porta de sua casa, na Rua dos Corais, em Piratininga, bairro de Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro

Patrícia Lourival Acioli era conhecida por sua atuação contra a violência cometida por policiais militares da região (Reprodução)

Patrícia Lourival Acioli era conhecida por sua atuação contra a violência cometida por policiais militares da região (Reprodução)

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Da Redação

Publicado em 14 de agosto de 2011 às 17h39.

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Brasília - A Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a criação de uma força-tarefa para esclarecer o assassinato da juíza Patrícia Acioli, ocorrido em Niterói na noite de quinta (11) para sexta-feira da semana passada.

No ofício enviado ao ministro pelo presidente da AMB, Nelson Calandra, os magistrados pedem uma ação enérgica e rápida para investigar o crime. “Quando um juiz sofre um ataque é também um atentado ao Estado, à democracia e à sociedade brasileira”, disse Calandra. “Não descansaremos enquanto não forem presos os responsáveis por essa atrocidade e apurada a autoria. Queremos uma resposta rápida, enérgica e exemplar”, destacou.

A juíza Patricia Acioli foi assassinada na porta de sua casa, na Rua dos Corais, em Piratininga, bairro de Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. Ela foi atingida por 21 tiros. De acordo com informações da família, ela já vinha recebendo ameaças.

Patrícia, de 47 anos, trabalhava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, município também da região metropolitana do Rio. Ela era conhecida por atuar com rigor no combate a grupos de extermínio, milícias que agem em São Gonçalo, além de máfias que controlam o comércio de combustíveis e o transporte clandestino na região.

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