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Lojistas apóiam cortes para conter a inflação

CNDL defendeu o corte no orçamento e pediu diminuição da taxa de juros no país

A CNDL pediu atenção com ofertas de início de ano (Germando Luders/EXAME)

A CNDL pediu atenção com ofertas de início de ano (Germando Luders/EXAME)

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Da Redação

Publicado em 10 de fevereiro de 2011 às 12h03.

Brasília - O corte de R$ 50 bilhões no Orçamento Geral da União, anunciado ontem (9) pelo governo, foi apontada como medida importante para o controle da inflação pelo vice-presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Vitor Koch.

O dirigente lojista avaliou que a decisão da presidente Dilma Rousseff  "foi mais acertada do que a elevação de taxas de juros", que a seu ver "não reduz inflação". 

Segundo o vice-presidente da CNDL, os lojistas são contra a elevação da taxa básica de juros (Selic), como foi feito na última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) que corrigiu a taxa de 10,75% para 11,25% ao ano.

Sobre a atividade lojista, Koch alertou que "não é possível acreditar em anúncios de redução de preços de produtos de até 70%, que sempre ocorrem no início do ano”. Como lojista, afirmou que desconhece qualquer produto que permita essa margem de desconto e destacou que "toda redução de custos se reflete na oferta do preço final". 

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