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Jair Bolsonaro está estável, mas sem previsão de alta, diz médico

Ex-presidente foi internado nesta manhã por quadro de broncopneumonia bacteriana, em Brasília

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 13 de março de 2026 às 20h03.

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A equipe médica do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou nesta sexta-feira, 13, que o quadro de saúde é estável após a internação por broncopneumonia bacteriana nesta manhã em Brasília.

O ex-presidente apresentou sintomas como febre alta, sudorese e calafrios e foi internado na manhã desta sexta-feira no Hospital DF Star, na capital federal. Segundo os médicos, Bolsonaro permanece consciente e não precisou de intubação.

De acordo com o boletim médico, o ex-presidente está com broncopneumonia bacteriana e seguirá em tratamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta hospitalar. O que é broncopneumonia, doença que causou internação de Bolsonaro?

"Agora está consciente, consegue falar melhor. Saturação que era de 80% chegou a 90%. Estabilizou. Está melhor, mas longe de estar em um quadro controlado", afirmou o médico responsável pelo acompanhamento clínico, em coletiva de imprensa.

Os médicos indicaram que Bolsonaro deverá permanecer internado por pelo menos sete dias para tratamento com antibióticos e medicação venosa.

"Normalmente, neste tipo de tratamento não podemos falar em data, porque não sabemos, precisamos entender a resposta", disse o médico cardiologista do ex-presidente, Brasil Caiado.

De acordo com Caiado, Jair Bolsonaro já utiliza sete medicamentos diariamente para tratamento do sistema digestivo.

Bolsonaro cumpre pena desde janeiro na sala de Estado-Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecida como "Papudinha", em Brasília. A condenação prevê 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Tratamento inclui antibióticos e monitoramento intensivo

O tratamento hospitalar inclui administração de antibióticos e acompanhamento contínuo na UTI. A equipe médica informou que a evolução do quadro dependerá da resposta do organismo ao tratamento.

Segundo os médicos, a saturação de oxigênio do ex-presidente subiu de 80% para 90% após o início do atendimento hospitalar.

O monitoramento clínico permanece em andamento, enquanto a equipe avalia a evolução da infecção pulmonar.

*Com informações da agência O Globo.

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