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Influenciadora Isabel Veloso é velada no Paraná

Jovem enfrentava um linfoma de Hodgkin havia cinco anos e morreu após complicações de um transplante de medula; cremação ocorre nesta segunda-feira

O diagnóstico da doença foi feito em 2021, quando Isabel tinha 15 anos (Instagram/Reprodução)

O diagnóstico da doença foi feito em 2021, quando Isabel tinha 15 anos (Instagram/Reprodução)

Publicado em 11 de janeiro de 2026 às 09h39.

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O corpo da influenciadora Isabel Veloso, que morreu aos 19 anos após cinco anos de luta contra o câncer, está sendo velado neste domingo, 11, em Dois Vizinhos, no interior do Paraná. A cremação está marcada para esta segunda-feira, 12, em Francisco Beltrão, cidade vizinha.

Isabel estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, após passar por um transplante de medula óssea. Segundo o hospital, a jovem morreu no sábado, 10, em decorrência de complicações relacionadas ao procedimento, que é indicado em alguns casos para o tratamento do linfoma de Hodgkin.

O diagnóstico da doença foi feito em 2021, quando Isabel tinha 15 anos. Ainda naquele ano, ela iniciou tratamento paliativo e passou a compartilhar, nas redes sociais, a rotina e os desafios enfrentados durante o combate ao câncer, conquistando milhares de seguidores.

Em janeiro de 2024, Isabel foi informada de que o câncer era incurável. Dois meses depois, recebeu dos médicos a estimativa de que teria cerca de seis meses de vida. Durante esse período, engravidou e interrompeu o tratamento oncológico ao longo da gestação. O filho, fruto do relacionamento com o influenciador Lucas Borbas, completou um ano recentemente.

A rede social usada como apoio

Desde a internação, familiares utilizaram as redes sociais da jovem para atualizar o estado de saúde e pedir orações e mensagens de apoio.

Antes da confirmação da morte, o pai da influenciadora, Joelson Veloso, publicou uma nota criticando a condução do tratamento médico.

No texto, ele afirmou haver “ausência de um acompanhamento mais atento por parte da hematologia, especialmente diante de um quadro tão delicado e instável”, apesar do esforço da equipe da UTI.

“O silêncio diante da gravidade do quadro não pode ser uma opção. Seguimos confiando em Deus, mas também pedimos responsabilidade, respeito e humanidade. Como pai, estou cansado de ouvir ‘não tem jeito’. Não vamos nos calar”, escreveu.

Em resposta, o Hospital Erasto Gaertner afirmou, por meio de nota, que Isabel recebeu “assistência integral, contínua e humanizada” durante todo o período de internação e que todas as medidas terapêuticas indicadas foram adotadas.

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