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Fusão entre PSB e PPS é louvável, diz Alckmin

Segundo o governador de SP, ambos são partidos programáticos

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin: “racionamento já existe. Quando a ANA determina que tem de reduzir a vazão do Cantareira de 33 metros cúbicos por segundo (m3/s) para 17m3/s, é óbvio que já está em restrição" (José Luís da Conceição/Divulgação/Governo de São Paulo)

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin: “racionamento já existe. Quando a ANA determina que tem de reduzir a vazão do Cantareira de 33 metros cúbicos por segundo (m3/s) para 17m3/s, é óbvio que já está em restrição" (José Luís da Conceição/Divulgação/Governo de São Paulo)

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Da Redação

Publicado em 4 de maio de 2015 às 13h35.

Ribeirão Pires - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, comentou brevemente o anúncio da provável fusão entre PSB e PPS, anunciada pelas legendas na semana passada.

Nos bastidores, fala-se que a fusão pode beneficiar uma candidatura presidencial de Alckmin em 2018 - o movimento envolve duas legendas de apoio ao governador em São Paulo e a fusão foi em grande parte articulada pelo vice de Alckmin, Márcio França.

França é o presidente do PSB no Estado e teria planos de suceder o tucano quando esse alçasse voo presidencial.

O governador evitou qualquer comentário sobre 2018, mas elogiou a fusão de PPS e PSB como uma medida "louvável" para a redução do número de partidos no País.

"Não é razoável ter 32 partidos, mais três para ter o registro agora, mais 26 na fila, isso é ingovernabilidade, isso não existe no mundo. Então esta fusão do PSB com o PPS é louvável duplamente, porque são menos partidos, partidos mais estruturados e mais programáticos. São dois partidos que não são iguais, mas que têm um programa muito próximo, então acho que é bom pra democracia."

Dia do trabalho

Alckmin disse apoiar a decisão da presidente Dilma Rousseff de não ter feito um pronunciamento de rádio e TV no dia do trabalhador, celebrado em primeiro de maio.

Alckmin não quis comentar se foi ou não um sinal de acuamento do governo federal, mas disse que deveria se aproveitar para abolir a prática dos pronunciamentos para "proselitismo político".

"A presidente Dilma acertou em não fazer pronunciamento. Infelizmente a situação é muito ruim do ponto de vista social e econômico neste momento e, em segundo lugar, sou contra essa 'fala do trono', essa questão de você invadir a casa das pessoas pra falar platitudes ou fazer proselitismo político. Isso não é necessário, devia ser abolido", disse o governador.

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