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Foragido da operação Lava Jato se entrega à PF em Curitiba

A assessoria da PF confirmou a chegada de Mario Góes, um dos operadores de pagamentos de propinas que envolveram a empresa Arxo, à sede em Curitiba


	Agente da Polícia Federa: a Arxo é uma das principais envolvidas nesta fase da Lava Jato
 (Divulgação/Polícia Federal)

Agente da Polícia Federa: a Arxo é uma das principais envolvidas nesta fase da Lava Jato (Divulgação/Polícia Federal)

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Da Redação

Publicado em 9 de fevereiro de 2015 às 05h47.

Curitiba - Apontado como um dos operadores de pagamentos de propinas que envolveram a empresa Arxo, suspeita de pagar suborno relacionado a contratos com uma subsidiária da Petrobras, Mario Góes se entregou neste domingo, 8, à Polícia Federal em Curitiba.

A superintendência paranaense da PF é a base da Operação Lava Jato, que na quinta-feira, 5, deflagrou a nona fase da operação, batizada de My Way.

A assessoria da PF confirmou a chegada de Góes à sede em Curitiba. Ele estava com prisão preventiva decretada desde quinta-feira.

Uma ex-funcionária da Arxo afirmou em depoimento à força-tarefa da Lava Jato que Góes chegou a receber dinheiro na empresa, fornecedora da BR Distribuidora.

O suposto operador também foi citado pelo ex-gerente de Serviços da Petrobrás Pedro Barusco, em delação premiada.

Com sede em Piçarras (SC), a Arxo é uma das principais envolvidas nesta fase da Lava Jato. Um dos sócios da empresa, João Gualberto Pereira, se entregou à PF na tarde de sexta-feira.

O diretor financeiro Sérgio Marçaneiro e o sócio Gilson Pereira haviam sido presos no dia anterior.

Na sede da empresa, a PF encontrou quase 500 relógios de luxo e R$ 3,18 milhões em dinheiro vivo, em notas de reais, dólares e euros.

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