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Fachin devolve delação de Lúcio Funaro à PGR para ajustes

O ministro pediu para que ajustes sejam feitos no acordo que chegou nessa terça-feira (29) à Corte

Edson Fachin: o acordo está em segredo de Justiça (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Divulgação)

Edson Fachin: o acordo está em segredo de Justiça (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Divulgação)

AB

Agência Brasil

Publicado em 30 de agosto de 2017 às 18h28.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin devolveu hoje (30) para a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedido de homologação da delação premiada do empresário Lúcio Funaro.

Fachin pediu que ajustes sejam feitos no acordo, que chegou nessa terça-feira (29) à Corte. Como o acordo está em segredo de Justiça, os detalhes da decisão não foram divulgados.

Funaro é processado pela Justiça Federal em Brasília em três investigações da Polícia Federal (PF) - Greenfield, Sépsis e a Cui Bono - que envolvem suspeitas de desvios de recursos públicos e fraudes na administração de quatro dos maiores fundos de pensão de empresas públicas do país: Funcef (Caixa), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios).

O empresário também foi citado nas delações da JBS.

Ele é testemunha-chave em processos que envolvem o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima.

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