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Em 3º lugar, Padilha diz que ‘militância acordou’

Em terceiro nas pesquisas e virtualmente fora da disputa, o candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, ainda não se deu por derrotado

Alexandre Padilha, Dilma Rousseff e Eduardo Suplicy no centro de São Paulo: Padilha ainda crê que pode ir ao segundo turno (Paulo Pinto/ Analítica)
DR

Da Redação

Publicado em 4 de outubro de 2014 às 11h42.

São Paulo - Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de votos, virtualmente fora da disputa, o candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha , ainda não se deu por derrotado. Ontem, ele disse que aposta na militância petista para crescer o suficiente e garantir sua presença no 2.º turno das eleições.

"A militância acordou e vocês terão uma surpresa na reta final", disse ele ontem, pouco antes de desfilar em carro aberto em São José dos Campos ao lado da presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição.

Nos últimos dias de campanha, o petista tem investido na estratégia de "casar" sua imagem à da presidente. "Na reta final está ocorrendo a arrancada e o casamento de Dilma/Padilha, Padilha/Dilma", afirmou.

Impedidos de discursar por força da legislação eleitoral, Padilha e Dilma desfilaram ao som de uma gravação que repetia frases de incentivo, como "vamos manter e ampliar as conquistas e mudar o que está errado".

Depois de São dos Campos, a dupla voltou a desfilar em carro aberto pelo centro da capital. E, dessa vez, contaram com a presença e o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal fiador das duas candidaturas.

Lula intensificou sua participação em atos políticos em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, onde tanto Padilha quanto Dilma patinam nas pesquisas de intenção de voto.

Os três percorreram o trecho entre o Theatro Municipal e a Praça da República. No trajeto, Lula "empurrou" Padilha para perto de Dilma. "É você que tem que ficar do lado dela", disse. O encerramento da campanha do petista será hoje em São Bernardo do Campo.

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"A militância acordou e vocês terão uma surpresa na reta final", disse ele ontem, pouco antes de desfilar em carro aberto em São José dos Campos ao lado da presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição.

Nos últimos dias de campanha, o petista tem investido na estratégia de "casar" sua imagem à da presidente. "Na reta final está ocorrendo a arrancada e o casamento de Dilma/Padilha, Padilha/Dilma", afirmou.

Impedidos de discursar por força da legislação eleitoral, Padilha e Dilma desfilaram ao som de uma gravação que repetia frases de incentivo, como "vamos manter e ampliar as conquistas e mudar o que está errado".

Depois de São dos Campos, a dupla voltou a desfilar em carro aberto pelo centro da capital. E, dessa vez, contaram com a presença e o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal fiador das duas candidaturas.

Lula intensificou sua participação em atos políticos em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, onde tanto Padilha quanto Dilma patinam nas pesquisas de intenção de voto.

Os três percorreram o trecho entre o Theatro Municipal e a Praça da República. No trajeto, Lula "empurrou" Padilha para perto de Dilma. "É você que tem que ficar do lado dela", disse. O encerramento da campanha do petista será hoje em São Bernardo do Campo.

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