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Dono de avião que caiu em Paraty deve retirá-lo do mar, diz FAB

Dono da aeronave e do grupo hoteleiro Emiliano, Carlos Alberto Filgueiras, também morreu no acidente

Acidente aéreo em Paraty: A (Bruno Kelly/Reuters)

Acidente aéreo em Paraty: A (Bruno Kelly/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 21 de janeiro de 2017 às 15h08.

Paraty - O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa) informou neste sábado (21) que a conclusão da operação para retirada do fundo do mar do avião bimotor que levava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, morto em acidente aéreo na última quinta-feira (19), ficará a cargo do proprietário da aeronave, o grupo hoteleiro Emiliano. O empresário Carlos Alberto Filgueiras, dono do grupo, também morreu no acidente.

Segundo a assessoria de imprensa do Cenipa, a remoção de destroços, no caso de acidentes aéreos, é sempre de responsabilidade do proprietário da aeronave.

Frequentemente, as equipes de investigação do órgão ligado à Força Aérea Brasileira (FAB) ordenam aos proprietários que não comecem a operação de remoção antes das primeiras análises, pois a disposição dos destroços serve de indícios. Após as primeiras análises, a remoção pode ser feita, informou o Cenipa.

Circula em Paraty, no litoral sul do Rio, a informação de que o avião está atolado e equipamentos apropriados são necessários para concluir o trabalho. Segundo o órgão da FAB, os destroços do avião serão levados para a Base Aérea do Galeão, no Rio, onde a investigação será iniciada.

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