Brasil

Dino diz que Congresso pode reduzir penas de condenados pelo 8 de janeiro

Ministro do STF defendeu também apurações sobre possíveis irregularidades na execução de emendas parlamentares

Agência o Globo
Agência o Globo

Agência de notícias

Publicado em 30 de setembro de 2025 às 14h27.

Última atualização em 30 de setembro de 2025 às 14h46.

Priorizar nos meus resultados Google
Tudo sobreSupremo Tribunal Federal (STF)
Saiba mais

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que o Congresso pode alterar as penas dos crimes utilizados nas condenações dos atos golpistas do 8 de janeiro, e que o Judiciário aplicaria essas mudanças.

Dino ainda defendeu apurações sobre possíveis irregularidades na execução de emendas parlamentares, dizendo que são uma exigência da Constituição e da sociedade.

— A dosimetria sempre é compartilhada entre o legislador e quem aplica a lei. Se o legislador vai mudar os parâmetros, que eu não sei se mudará, é claro que isso influencia na atividade do Poder Judiciário. E não há nada de errado nisso, porque sempre é assim.

Dino, que é relator de diversas ações sobre emendas parlamentares, declarou que as investigações sobre possíveis desvios irão "prosseguir normalmente" e que não é possível aceitar que "bilhões de reais não estão sendo bem aplicados".

— As apurações vão prosseguir normalmente, nos termos da lei, porque é uma exigência da Constituição, exigência da lei, da sociedade. Porque, se nós temos uma permanente crise fiscal em que recursos são necessários, direitos sociais custam caro e você tem dificuldade de financiamento das políticas públicas, você não pode conviver com a ideia de que bilhões de reais não estão sendo bem aplicados.

Acompanhe tudo sobre:Supremo Tribunal Federal (STF)Flávio Dino

Mais de Brasil

SP tem alerta de calor com temperaturas de até 42°C; veja previsão

Novas tempestades devem atingir o Rio Grande do Sul até segunda-feira

Propaganda eleitoral dos presidenciáveis na TV começa hoje; veja as regras

Corte de supersalários e revisão de renúncias fiscais: as propostas de Renan Santos para a economia