Brasil

Dilma é esperada em ato de mulheres do PT em Porto Alegre

Presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann (PR), também é aguardada na manifestação

Dilma Rousseff: organização do ato das mulheres do PT trouxe um carro de som, onde Dilma e Gleisi devem discursar (Facebook/Reprodução)

Dilma Rousseff: organização do ato das mulheres do PT trouxe um carro de som, onde Dilma e Gleisi devem discursar (Facebook/Reprodução)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 23 de janeiro de 2018 às 11h55.

Porto Alegre - A ex-presidente Dilma Rousseff deve participar na manhã desta terça-feira, 23, de um ato promovido pelas mulheres do PT em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Centro Histórico de Porto Alegre.

A presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann (PR) também é aguardada na manifestação. Alguns parlamentares já estavam pela manhã no local, como a deputada Maria do Rosário (RS) e o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS).

Por volta das 11h30, militantes do PT e do PCdoB estavam reunidos na praça Marechal Deodoro com faixas contra o juiz Sérgio Moro e o julgamento do caso do tríplex do Guarujá (SP).

"Não há provas", gritaram os militantes em coro. A organização do ato das mulheres do PT trouxe um carro de som, onde Dilma e Gleisi devem discursar.

Inicialmente, o ato ocorreria na sede da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, porém uma queda de energia fez com que a manifestação fosse transferida para a praça em frente ao local.

Nesta quarta-feira, 24, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, julgará o primeiro recurso do ex-presidente em segunda instância, que foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão por Moro em julho do ano passado.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPT – Partido dos TrabalhadoresProtestos no BrasilLuiz Inácio Lula da SilvaGleisi Hoffmann

Mais de Brasil

Kassab anuncia saída do governo Tarcísio para se dedicar às articulações das eleições 2026

Ministros do STF propõem limitar penduricalhos a 35% do teto constitucional

Brasileiros confiam mais em chefes do que na mídia, ONGs e governo

Bolsonaro apresenta 'evolução clínica favorável', mas sem previsão de alta