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Dilma diz que País não atravessa crise no setor elétrico

De acordo com a presidente, a decisão de desligar as termoelétricas vai produzir uma "progressiva diminuição da bandeira vermelha e redução no preço da energia"


	Dilma Rousseff: "Nós construímos termoelétricas. Se não tivéssemos construído termoelétricas, teríamos tido um brutal racionamento"
 (Agência Brasil)

Dilma Rousseff: "Nós construímos termoelétricas. Se não tivéssemos construído termoelétricas, teríamos tido um brutal racionamento" (Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 11 de agosto de 2015 às 14h17.

Brasília - A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira, 11, que o Brasil não atravessa nenhuma "crise no setor elétrico", mas ressaltou que, se não tivessem sido criadas as termoelétricas, "teríamos tido um brutal racionamento".

De acordo com a presidente, a decisão de desligar as termoelétricas vai produzir uma "progressiva diminuição da bandeira vermelha e, portanto, uma redução no preço da energia".

"Nós construímos termoelétricas. Se não tivéssemos construído termoelétricas, teríamos tido um brutal racionamento. Não tivemos racionamento porque quando falta água, a gente liga as térmicas. Nesse sábado passado começamos a desligar as termoelétricas. Isso vai produzir uma progressiva diminuição da bandeira vermelha, e, portanto, uma redução no preço da energia", disse a presidente a jornalistas, depois de participar de solenidade no Palácio do Planalto de lançamento do programa de investimento em energia elétrica.

"Agora, todo mundo sabe de uma coisa: entre faltar energia e ter energia é melhor pagar um pouco mais para ter energia, porque o preço da falta de energia é imenso em emprego, em renda, em dificuldade da empresa. Garantir que haja energia de qualidade, mais limpa, segura e mais barata para o País é fundamental pra todos nós."

Dificuldades

Segundo a presidente, o Brasil não enfrenta "nenhuma crise no setor elétrico de maneira alguma", e sim passa por um "período momentâneo de dificuldades", disse.

"O Brasil tem robustez. Este País é a sétima economia do mundo - não há nenhum motivo para não virem investir aqui. Vocês vejam que nos projetos de investimento ligados a logística, quando a gente chama para as pessoas, no caso os empresários, assumirem e mostrarem quais são aqueles projetos que eles querem fazer, apareceram mais de 300 empresários querendo fazer projetos na área de logística. Eles sabem que a demanda desse País vai continuar crescendo", destacou a presidente.

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