Brasil

Dilma agradece apoio de "heróis da democracia"

A presidente agradeceu aos 27 deputados que votaram contra o parecer que deu seguimento ao processo de impeachment na Câmara dos Deputados


	A presidente Dilma Rousseff: presidente agradeceu o "inestimável e histórico apoio" dos parlamentares e citou os 11 diferentes partidos aos quais eles pertencem
 (Lula Marques/ Agência PT/Fotos Públicas)

A presidente Dilma Rousseff: presidente agradeceu o "inestimável e histórico apoio" dos parlamentares e citou os 11 diferentes partidos aos quais eles pertencem (Lula Marques/ Agência PT/Fotos Públicas)

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Da Redação

Publicado em 12 de abril de 2016 às 22h03.

A presidente Dilma Rousseff agradeceu hoje (12) aos 27 deputados que votaram contra o parecer que deu seguimento ao processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

Ela disse que eles deram o exemplo e se posicionaram a favor da legalidade ao votar pela rejeição do que chamou de "relatório frágil". Repetindo as palavras de ontem (11) à noite do ministro Jaques Wagner, chamou os deputados de "heróis da democracia".

Por meio de sua conta pessoal do Twitter, Dilma afirmou que teve 41,5% dos votos da comissão, o que proporcionalmente é maior do que será necessário para derrubar o processo na Câmara. "No plenário, buscaremos fazer ainda mais. Humildade e confiança que vamos em frente", afirmou.

A presidente agradeceu o "inestimável e histórico apoio" dos parlamentares e citou os 11 diferentes partidos aos quais eles pertencem.

"São 27 heróis da democracia que tiveram a coragem de se voltar contra o relatório, instrumento de uma fraude. Deram o exemplo parlamentares do PT, PP, PMDB, PSD, PR, PDT, PC do B, PSOL, Rede, PT do B e PEN. Pela firmeza de atitude ao rejeitarem o afastamento de uma presidente que não praticou crime de responsabilidade, honraram a democracia e a Constituição", acrescentou a presidente.

Mais cedo, também pelo Twitter, o ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, voltou a criticar o vice-presidente Michel Temer. Assim como fez nessa segunda-feira,  Wagner disse esperar que Temer "tenha ao menos humildade" para renunciar caso o impeachment seja derrotado.

"Não há possibilidade de perdão para conspiradores. Também não há a mais remota chance de que o vice e Dilma possam compor o mesmo governo", declarou o ministro.

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