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Deltan Dallagnol defende restrição do foro privilegiado

Procurador do MPF defendeu que sejam feitas mais reformas para combater a corrupção no páis

Dallagnol: "o fim é quando tivermos exaurido todas as investigações sobre crimes" (Vladimir Platonow/Agência Brasil)

Dallagnol: "o fim é quando tivermos exaurido todas as investigações sobre crimes" (Vladimir Platonow/Agência Brasil)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 17 de março de 2017 às 14h39.

São Paulo - O procurador do Ministério Público Federal (MPF) e coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, reforçou a necessidade de se promover reformas para tornar mais efetivo o combate à corrupção no País.

"Precisamos que o foro privilegiado seja restringido. Precisamos de mais reformas", comentou.

Ao avaliar o horizonte para o encerramento da operação, Dallagnol afirmou que o "fim é quando tivermos exaurido todas as investigações sobre crimes".

Em relação ao legado da Lava Jato, o aprimoramento das regras para prevenção de práticas de corrupção foi citado pelo procurador. "O fim da operação também é quando tivermos reformas para mudar o sistema político."

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