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CVM definirá qual investimento será de longo prazo

O governo reduziu o IOF de 6% para 2% na entrada de recursos no País

Mantega explicou que, quando o governo aumentou a alíquota, esses fundos acabaram sendo "abarcados" (Antônio Cruz/Agência Brasil)

Mantega explicou que, quando o governo aumentou a alíquota, esses fundos acabaram sendo "abarcados" (Antônio Cruz/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 15 de dezembro de 2010 às 20h13.

Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fará uma regulamentação para deixar claro quando um investimento é de longo prazo e poderá ter reduzido a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para 2%. No pacote de medidas anunciado hoje, o governo reduziu o IOF de 6% para 2% na entrada de recursos no País para aplicações em fundos de investimento em participações (FIP) e fundos mútuos de investimento em empresas emergentes (FMIEE).

Mantega explicou que, quando o governo aumentou a alíquota do IOF para a entrada de capital estrangeiro em aplicações de renda fixa, esses fundos acabaram sendo "abarcados". Mas o setor, segundo ele, conseguiu demonstrar que se tratava de investimentos de longo prazo.

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