Brasil

CPTM suspende operação na Linha 9-Esmeralda após depredação

Segundo a empresa, a operação foi suspensa após seguidos atos de depredações nas estações e nos trens


	Não há previsão de volta de funcionamento da linha. A assessoria também não informou, até o momento, o que ocorrerá com as pessoas que já estão nas estações à espera do trem
 (Felipe Golfeto/Wikimedia Commons)

Não há previsão de volta de funcionamento da linha. A assessoria também não informou, até o momento, o que ocorrerá com as pessoas que já estão nas estações à espera do trem (Felipe Golfeto/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de junho de 2013 às 12h12.

São Paulo – Todas as estações da Linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que ligam as estações Osasco a Grajaú, estão fechadas e as operações na linha estão suspensas desde as 18h50 de hoje (18).

A informação foi confirmada à Agência Brasil pela assessoria de imprensa da CPTM.

Segundo a empresa, a operação foi suspensa após seguidos atos de vandalismo e depredações nas estações e nos trens.

Isso ocorreu após uma falha em um trem, na Estação Morumbi, ter ocorrido por volta das 16h30 de hoje (18), o que gerou reclamações e protestos dos usuários e desencadeou nos atos de vandalismo.

A falha foi agravada também após um usuário ter apertado o botão de emergência de um trem, o que aumentou o problema e provocou lentidão nas operações, informou a CPTM.

Não há previsão de volta de funcionamento da linha. A assessoria também não informou, até o momento, o que ocorrerá com as pessoas que já estão nas estações à espera do trem.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEstatais brasileirasEmpresas estataisTransportesmobilidade-urbanatransportes-no-brasilTransporte públicoCPTMDepredações

Mais de Brasil

Flávio Bolsonaro define Carlos Portinho como candidato ao Senado pelo PL no Rio

Impacto de R$ 28 bi: como votou cada senador sobre PEC da aposentadoria especial a agentes de saúde

Senado aprova no 1º turno PEC que concede aposentadoria a agentes de saúde, com impacto de R$ 28 bi