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Corte de R$ 3 bi não afetará programas do MEC

Fernando Haddad minimizou corte na pasta

O ministro da Educação, Fernando Haddad (Wilson Dias/AGÊNCIA BRASIL)

O ministro da Educação, Fernando Haddad (Wilson Dias/AGÊNCIA BRASIL)

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Da Redação

Publicado em 28 de fevereiro de 2011 às 17h26.

Brasília - O corte de R$ 3 bilhões em despesas discricionárias do Ministério da Educação (MEC), anunciado hoje (28) pelo Ministério do Planejamento, não afetará os programas da pasta. O ministro Fernando Haddad, que está em Recife para participar da cerimônia de abertura do ano letivo da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe), reafirmou que as ações previstas serão executadas.

Despesas discricionárias são aquelas em que o governo tem poder de deliberação sobre sua execução, de acordo com as prioridades, podendo ser objeto de contingenciamento. Por exemplo : gastos com diárias, passagens, compra de material e contratação de serviços.

De acordo com o MEC, do total a ser cortado, cerca de R$ 2 bilhões são de emendas parlamentares. A pasta vai analisar quais tipos de despesa terá que cortar para fazer a economia referente ao R$ 1 bilhão restante. O orçamento do MEC previsto para 2011 era de R$ 69 bilhões.

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