Congresso discute soluções para queimadas recordes no Pantanal

No ano, o Pantanal já teve 18.259 focos de incêndio até o fim de setembro, o que representa um aumento de 201% em relação ao mesmo período de 2019

Enquanto o Pantanal termina o mês de setembro com o pior registro de queimadas desde 1998, Senado e Câmara dos Deputados discutem nesta sexta-feira, 2, o cenário com autoridades públicas e entidades especializadas.

Serão duas audiências separadas. No Senado, os parlamentares vão escutar representantes do Ministério da Defesa, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Serviço Florestal Brasileiro, da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), entre outros.

A audiência pública de hoje tem como objetivo avaliar a “efetividade das operações e medidas de enfrentamento” e acontece dentro de comissão temporária que acompanha as ações de enfrentamento aos incêndios.

A comissão foi criada para durar 90 dias e também deve monitorar os desdobramentos das queimadas, as providências para evitar novos focos de incêndios, a limpeza dos locais já atingidos, a proteção das populações diretamente atingidas, da economia, da fauna e da flora e a transparência das atividades coordenadas pela Operação Pantanal.

Na Câmara, os deputados também instauraram uma comissão para acompanhar o cenário no Pantanal. O tema da reunião de hoje é “o trabalho e o olhar das instituições que atuam no Pantanal”. Entre os convidados, estão representantes de órgãos de defesa do meio ambiente, como o Conselho Nacional da Reserva Biosfera do Pantanal e a ONG SOS Pantanal.

No ano, o Pantanal já teve 18.259 focos de incêndio até o fim de setembro, segundo o Inpe, o que representa um aumento de 201% em relação ao mesmo período de 2019.  A justifica do Ministério do Meio Ambiente para o quadro é o tempo extremamente seco e a vegetação seca da região, que já teve 25% do território destruído.

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