Exame Logo

Complexo do Alemão recebe unidade móvel contra à hanseníase

Participam da campanha médicos voluntários que respondem perguntas e fazem exames para diagnosticar a doença, e atores, que promovem palestras e peças teatrais

EXAME.com (EXAME.com)
DR

Da Redação

Publicado em 7 de maio de 2013 às 13h40.

Rio de Janeiro – Os moradores do Complexo do Alemão, na zona norte, que tiverem dúvidas sobre a hanseníase podem contatar voluntários do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) para receber esclarecimentos. De hoje (7) a quinta-feira (9), um veículo da organização está em um estacionamento atrás do Colégio Estadual Jornalista Tim Lopes e atenderá das 9h às 15h.

Também participam da campanha médicos voluntários que estão respondendo às perguntas dos moradores e fazendo exames para diagnosticar a doença, e atores, que promovem palestras e peças teatrais em escolas da comunidade, com o objetivo de combater o preconceito.

A coordenadora do projeto, Brenda Menezes, disse que o principal objetivo da ação é combater o preconceito que sofrem os portadores da doença. “Nós do Mohran queremos acabar com o preconceito, pois a doença é negligenciada por causa disso".

Segundo ela, é muito importante que o paciente procure um posto de saúde assim que surjam os primeiros sintomas. "O Mohran traz a unidade de saúde para diagnosticar os casos e encaminhar para as unidades básicas de saúde da comunidade”.

A médica voluntária, Mariana Cardoso, explicou que o principal problema para o tratamento da doença é a demora do diagnóstico. “A hanseníase é uma doença de transmissão rara, é preciso um contato prolongado - de quatro a cinco anos - para o contágio".

Mariana esclareceu que, se diagnosticada precocemente, a doença é totalmente curável. "O grande problema do diagnóstico tardio são as sequelas graves, que causam limitações físicas e mutilações”.

Segundo o Mohran, o Brasil é o primeiro lugar no ranking mundial da prevalência da doença. Em 2011, cerca de 30 mil casos foram identificados em todo o território nacional, principalmente em menores de 15 anos. A hanseníase tem cura e o tratamento é gratuito. Os medicamentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e a duração do tratamento é de seis meses a um ano.

Veja também

Rio de Janeiro – Os moradores do Complexo do Alemão, na zona norte, que tiverem dúvidas sobre a hanseníase podem contatar voluntários do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) para receber esclarecimentos. De hoje (7) a quinta-feira (9), um veículo da organização está em um estacionamento atrás do Colégio Estadual Jornalista Tim Lopes e atenderá das 9h às 15h.

Também participam da campanha médicos voluntários que estão respondendo às perguntas dos moradores e fazendo exames para diagnosticar a doença, e atores, que promovem palestras e peças teatrais em escolas da comunidade, com o objetivo de combater o preconceito.

A coordenadora do projeto, Brenda Menezes, disse que o principal objetivo da ação é combater o preconceito que sofrem os portadores da doença. “Nós do Mohran queremos acabar com o preconceito, pois a doença é negligenciada por causa disso".

Segundo ela, é muito importante que o paciente procure um posto de saúde assim que surjam os primeiros sintomas. "O Mohran traz a unidade de saúde para diagnosticar os casos e encaminhar para as unidades básicas de saúde da comunidade”.

A médica voluntária, Mariana Cardoso, explicou que o principal problema para o tratamento da doença é a demora do diagnóstico. “A hanseníase é uma doença de transmissão rara, é preciso um contato prolongado - de quatro a cinco anos - para o contágio".

Mariana esclareceu que, se diagnosticada precocemente, a doença é totalmente curável. "O grande problema do diagnóstico tardio são as sequelas graves, que causam limitações físicas e mutilações”.

Segundo o Mohran, o Brasil é o primeiro lugar no ranking mundial da prevalência da doença. Em 2011, cerca de 30 mil casos foram identificados em todo o território nacional, principalmente em menores de 15 anos. A hanseníase tem cura e o tratamento é gratuito. Os medicamentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e a duração do tratamento é de seis meses a um ano.

Acompanhe tudo sobre:cidades-brasileirasDoençasHanseníaseMetrópoles globaisRio de JaneiroSaúde

Mais lidas

exame no whatsapp

Receba as noticias da Exame no seu WhatsApp

Inscreva-se

Mais de Brasil

Mais na Exame