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Dilma ultrapassa Marina em potencial de voto, mostra CNT/MDA

Ao todo, 57,6% dos entrevistados disseram que Dilma é a única candidata em que votariam ou é uma candidata em que poderiam votar, contra 55% de Marina


	Dilma Roussef e Marina Silva: presidente ultrapassou a adversária no quesito potencial de voto
 (Bruno Santos/Ueslei Marcelino/Reuters)

Dilma Roussef e Marina Silva: presidente ultrapassou a adversária no quesito potencial de voto (Bruno Santos/Ueslei Marcelino/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 29 de setembro de 2014 às 18h14.

Brasília - Pesquisa MDA divulgada nesta segunda-feira, 29, mostra que, em relação ao levantamento divulgado na semana passada, a presidente Dilma Rousseff ultrapassou a adversária Marina Silva no quesito potencial de voto.

Ao todo, 57,6% dos entrevistados disseram que Dilma é a única candidata em que votariam (29,4%) ou é uma candidata em que poderiam votar (28,4%). No levantamento anterior, esse porcentual da petista era de 54,1%.

Marina Silva, por sua vez, registrou 55% de potencial de voto. Ao todo, 14,6% disseram que a candidata do PSB é a única em que votariam e para outros 40,4% é uma candidata em que poderiam votar. Na sondagem anterior, ela tinha 58,2% de potencial de voto.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, oscilou de 51,7% para 53,5%. Isto é, 12,4% consideram o tucano como a única opção de voto e para outros 41,1% é um candidato em que poderiam votar.

Mudanças

A pesquisa mostra que, para 63,3% dos entrevistados, a forma de atuar do próximo presidente precisa mudar total ou parcialmente.

Do total, 38,8% disseram que o próximo presidente precisa mudar "a maioria das ações" e 24,5% afirmaram que é preciso mudar "totalmente a forma atual de governar".

De acordo com a pesquisa CNT/MDA, 25,7% dos entrevistados pediram que a maioria das ações seja mantida e 9,5% disseram que é preciso manter totalmente a forma atual de governar. O porcentual dos que não souberam ou não responderam a pergunta somou 1,5%.

Interesse

O porcentual de entrevistados pela pesquisa que disse estar "muito interessado na eleição" oscilou dentro da margem de erro e atingiu 23,6%. No último levantamento MDA, divulgado na segunda-feira passada, 22, o índice era de 21,7%.

Dos consultados, 29,9% declararam ter "interesse médio na eleição", também uma oscilação em relação à última sondagem (29,7%). Os que disseram estar "pouco interessados" no pleito passaram de 29,8% na semana passada para 28% na atual sondagem.

Já o porcentual dos que afirmaram não ter "nenhum interesse" na eleição oscilou de 18,5% para 18,3%. Apenas 0,1% não souberam ou não responderam a pergunta.

Segundo a CNT, foram entrevistados 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do País, nos dias 27 e 28 de setembro.

A margem da pesquisa de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00992/2014.

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