Repórter
Publicado em 19 de janeiro de 2026 às 15h49.
O ministro da Educação, Camilo Santana (PT-CE), afirmou nesta segunda-feira, 19 de janeiro, que avalia deixar o comando da pasta em março para se dedicar à agenda eleitoral de 2026.
Durante conversa com jornalistas, o ministro mencionou a possibilidade de reassumir sua cadeira no Senado, com o objetivo de intensificar sua presença no Ceará. Além de contribuir com a reeleição do governador Elmano de Freitas e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Poderei voltar (ao cargo de senador) para me dedicar, porque vocês sabem que o papel de ministro é no Brasil inteiro, muitas vezes fica ausente no nosso Estado. Vou me dedicar muito para que não haja retrocesso no Ceará e no Brasil. Vamos trabalhar muito para a reeleição do presidente Lula”, disse Camilo Santana.
O ministro também declarou que, se for oficializado, seu afastamento não trará prejuízos ao funcionamento do MEC e de outras pautas do governo federal.
“Temos uma grande equipe, o ministério está rodando bem. Não tenho dúvida que minha saída ou não jamais vai afetar o encaminhamento das ações”.
Na primeira semana de janeiro, Ricardo Lewandowski apresentou sua carta de demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública ao presidente Lula. No documento, ele justificou sua saída por questões pessoais e familiares. Em seguida, o Planalto anunciou Wellington Lima e Silva como novo chefe da pasta.
Na quarta-feira, 14 de janeiro, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, declarou que deixará o cargo no governo federal para disputar uma vaga no Senado pelo estado de Pernambuco nas eleições de 2026.
O anúncio foi feito em entrevista coletiva, quando Silvio Costa Filho afirmou que pretende se afastar do cargo até abril de 2026, prazo previsto pela legislação eleitoral para desincompatibilização de funções no Executivo.
(Com informações do jornal O Globo)